Transportation

Cumbica ocupa 3º lugar em ranking de aeroportos mais amigáveis da América Latina

O Aeroporto Internacional de São Paulo (GRU Airport), alcançou o terceiro lugar entre os aeroportos mais amigáveis da América Latina na primeira edição do ranking que classifica os aeroportos mais cômodos para os passageiros.

Para a formulação do ranking, foram examinados os 30 maiores aeroportos latino-americanos (em volume de passageiros), levando em consideração a experiência do usuário, de acordo com uma série de fatores.

Entre os critérios levados em consideração estão localização, opções de acesso e transporte público, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges no aeroporto, além do acesso à malha aérea e número de voos e destinos. A iniciativa é do Centro de Escolha do Consumidor (Consumer Choice Center).

Fabio Fernandes, co-autor do estudo e responsável pelas relações com a mídia do Consumer Choice Center, afirmou que o ranking demonstra o nível de praticidade e conforto esperado quando se viaja nos principais aeroportos da America Latina, pois o sistema criado para fornecer os dados possibilita uma visão mais ampla, auxiliando os passageiros a escolher qual aeroporto utilizar.

“O sistema de pontos que desenvolvemos para o índice fornece uma ótima visão a respeito dos aeroportos que você deve considerar usar em sua próxima viagem, seja de férias ou a trabalho”.

Confira a lista completa com os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina:

  • 1 – Benito Juarez – Cidade do México (México)
  • 2 – Aeroporto Internacional José Joaquín de Olmedo – Guayaquil (Equador)
  • 3 – Governador André Franco Montoro – Guarulhos (Brasil) e Aeroporto Internacional Juan Santamaría – Alajuela (Costa Rica), empatados
  • 5 – Aeroporto Internacional de Punta Cana – Punta Cana (República Dominicana) e Aeroporto Internacional La Aurora – Cidade da Guatemala (Guatemala), empatados
  • 7 – Aeroporto Internacional Tocumen – Cidade do Panamá (Panamá)
  • 8 – Aeroporto Internacional de Guadalajara – Guadalajara (México), Antonio Carlos Jobim – Rio de Janeiro (Brasil) e Aeroporto Internacional Alfonso Bonilla Aragón – Palmira (Colômbia), todos empatados

Originally published here.


The Consumer Choice Center is the consumer advocacy group supporting lifestyle freedom, innovation, privacy, science, and consumer choice. The main policy areas we focus on are digital, mobility, lifestyle & consumer goods, and health & science.

The CCC represents consumers in over 100 countries across the globe. We closely monitor regulatory trends in Ottawa, Washington, Brussels, Geneva and other hotspots of regulation and inform and activate consumers to fight for #ConsumerChoice. Learn more at consumerchoicecenter.org

Cumbica e Galeão estão entre os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Os aeroportos Governador André Franco Montoro (GRU), o Cumbica, em Guarulhos, e Antonio Carlos Jobim (GIG), o Galeão, no Rio de Janeiro, ocupam, respectivamente, o terceiro e o oitavo lugar entre os aeroportos mais amigáveis da América Latina.  O ranking, elaborado pelo Centro de Escolha do Consumidor (Consumer Choice Center), é liderado pelo Benito Juarez, na Cidade do México.

Realizado pela primeira vez na região, o índice avaliou os 30 aeroportos mais movimentados em número de passageiros e os classificou por pontos a partir da experiência oferecia os usuários. Entre os critérios levados em consideração estão localização, opções de acesso e transporte público, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges no aeroporto, além do acesso à malha aérea e número de voos e destinos.

“Outros fatores determinados no ranking incluem número de pontes de embarque (fingers), em vez de acesso pela pista após o percurso em ônibus, proximidade ao centro da cidade, número de salas vip e conexão direta com a rede de metrô e trens”, afirma  Fabio Fernandes, responsável por relações com a mídia do Consumer Choice Center e co-autor do estudo.

“O sistema de pontos que desenvolvemos para o índice fornece uma ótima visão a respeito dos aeroportos que você deve considerar usar em sua próxima viagem, seja de férias ou a trabalho”, conclui Fabio.

Aeroportos mais amigáveis da América Latina

Confira a lista elaborada pelo Consumer Choice Center com os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina:

  • 1 – Benito Juarez – Cidade do México (México)
  • 2 – Aeroporto Internacional José Joaquín de Olmedo – Guayaquil (Equador)
  • 3 – Governador André Franco Montoro – Guarulhos (Brasil) e Aeroporto Internacional Juan Santamaría – Alajuela (Costa Rica), empatados
  • 5 – Aeroporto Internacional de Punta Cana – Punta Cana (República Dominicana) e Aeroporto Internacional La Aurora – Cidade da Guatemala (Guatemala), empatados
  • 7 – Aeroporto Internacional Tocumen – Cidade do Panamá (Panamá)
  • 8 – Aeroporto Internacional de Guadalajara – Guadalajara (México), Antonio Carlos Jobim – Rio de Janeiro (Brasil) e Aeroporto Internacional Alfonso Bonilla Aragón – Palmira (Colômbia), todos empatados

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Cumbica e Galeão estão entre os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina

Os aeroportos Governador André Franco Montoro (GRU), o Cumbica, em Guarulhos, e Antonio Carlos Jobim (GIG), o Galeão, no Rio de Janeiro, ocupam, respectivamente, o terceiro e o oitavo lugar entre os aeroportos mais amigáveis da América Latina.  O ranking, elaborado pelo Centro de Escolha do Consumidor (Consumer Choice Center), é liderado pelo Benito Juarez, na Cidade do México.

Realizado pela primeira vez na região, o índice avaliou os 30 aeroportos mais movimentados em número de passageiros e os classificou por pontos a partir da experiência oferecia os usuários. Entre os critérios levados em consideração estão localização, opções de acesso e transporte público, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges no aeroporto, além do acesso à malha aérea e número de voos e destinos.

“Outros fatores determinados no ranking incluem número de pontes de embarque (fingers), em vez de acesso pela pista após o percurso em ônibus, proximidade ao centro da cidade, número de salas vip e conexão direta com a rede de metrô e trens”, afirma  Fabio Fernandes, responsável por relações com a mídia do Consumer Choice Center e co-autor do estudo.

“O sistema de pontos que desenvolvemos para o índice fornece uma ótima visão a respeito dos aeroportos que você deve considerar usar em sua próxima viagem, seja de férias ou a trabalho”, conclui Fabio.

Aeroportos mais amigáveis da América Latina

Confira a lista elaborada pelo Consumer Choice Center com os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina:

  • 1 – Benito Juarez – Cidade do México (México)
  • 2 – Aeroporto Internacional José Joaquín de Olmedo – Guayaquil (Equador)
  • 3 – Governador André Franco Montoro – Guarulhos (Brasil) e Aeroporto Internacional Juan Santamaría – Alajuela (Costa Rica), empatados
  • 5 – Aeroporto Internacional de Punta Cana – Punta Cana (República Dominicana) e Aeroporto Internacional La Aurora – Cidade da Guatemala (Guatemala), empatados
  • 7 – Aeroporto Internacional Tocumen – Cidade do Panamá (Panamá)
  • 8 – Aeroporto Internacional de Guadalajara – Guadalajara (México), Antonio Carlos Jobim – Rio de Janeiro (Brasil) e Aeroporto Internacional Alfonso Bonilla Aragón – Palmira (Colômbia), todos empatados

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CUMBICA E GALEÃO ESTÃO ENTRE OS 10 AEROPORTOS MAIS AMIGÁVEIS DA AMÉRICA LATINA

Os aeroportos Governador André Franco Montoro (GRU), o Cumbica, em Guarulhos, e Antonio Carlos Jobim (GIG), o Galeão, no Rio de Janeiro, ocupam, respectivamente, o terceiro e o oitavo lugar entre os aeroportos mais amigáveis da América Latina.  O ranking, elaborado pelo Centro de Escolha do Consumidor (Consumer Choice Center), é liderado pelo Benito Juarez, na Cidade do México.

Realizado pela primeira vez na região, o índice avaliou os 30 aeroportos mais movimentados em número de passageiros e os classificou por pontos a partir da experiência oferecia os usuários. Entre os critérios levados em consideração estão localização, opções de acesso e transporte público, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges no aeroporto, além do acesso à malha aérea e número de voos e destinos.

“Outros fatores determinados no ranking incluem número de pontes de embarque (fingers), em vez de acesso pela pista após o percurso em ônibus, proximidade ao centro da cidade, número de salas vip e conexão direta com a rede de metrô e trens”, afirma  Fabio Fernandes, responsável por relações com a mídia do Consumer Choice Center e co-autor do estudo.

“O sistema de pontos que desenvolvemos para o índice fornece uma ótima visão a respeito dos aeroportos que você deve considerar usar em sua próxima viagem, seja de férias ou a trabalho”, conclui Fabio.

Aeroportos mais amigáveis da América Latina

Confira a lista elaborada pelo Consumer Choice Center com os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina:

  • 1 – Benito Juarez – Cidade do México (México)
  • 2 – Aeroporto Internacional José Joaquín de Olmedo – Guayaquil (Equador)
  • 3 – Governador André Franco Montoro – Guarulhos (Brasil) e Aeroporto Internacional Juan Santamaría – Alajuela (Costa Rica), empatados
  • 5 – Aeroporto Internacional de Punta Cana – Punta Cana (República Dominicana) e Aeroporto Internacional La Aurora – Cidade da Guatemala (Guatemala), empatados
  • 7 – Aeroporto Internacional Tocumen – Cidade do Panamá (Panamá)
  • 8 – Aeroporto Internacional de Guadalajara – Guadalajara (México), Antonio Carlos Jobim – Rio de Janeiro (Brasil) e Aeroporto Internacional Alfonso Bonilla Aragón – Palmira (Colômbia), todos empatados

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Os Aeroportos mais cômodos da América Latina

Os aeroportos mais cômodos da América Latina Imagem de Rudy and Peter Skitterians por Pixabay

Há quem goste, mas também desteste aeroportos. Contudo, não tem como a gente deixar de passar por eles, quando fazemos viagens, sobretudo, internacionais. E quem viaja muito, acaba tendo as suas próprias percepções sobre os aeroportos nos quais circula com mais frequência.

Entretanto, independentemente da opinião de cada um, vale conferir a primeira edição de um ranking que classifica os aeroportos mais cômodos da América Latina para os passageiros. Em outras palavras, quais são aqueles mais amigáveis para os viajantes da região.

A iniciativa é do Centro de Escolha do Consumidor(Consumer Choice Center, em inglês). Foram examinados examinados os 30 maiores aeroportos latino-americanos (em volume de passageiros). A partir daí, a classificação se deu em termos de experiência do usuário, de acordo com uma série de fatores.

Primordialmente, foram considerados, quesitos como localização, opções de acesso e transporte público. Ao mesmo tempo, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges em seus terminais, entraram na relação. Por fim, considerou-se o acesso à malha aérea e número de voos e destinos.

Ademais, conforme eu adiantei, o índice é o primeiro desse tipo na América Latina. Ele foi criado para informar os consumidores, assim como alertar os administradores aeroportuários sobre quais aeroportos estão fazendo o melhor trabalho. Tudo isso com o intuito de proporcionar uma viagem mais cômoda aos passageiros.

“Esperamos que, após o término das interrupções de viagens devido à COVID-19, este índice ajude os viajantes a escolherem destinos e pontos de conexão que ofereçam mais comodidade”

A declaração é de Fabio Fernandes, Relações com a Mídia do Consumer Choice Center e co-autor do estudo. Para ele, o ranking demonstra o nível de praticidade e conforto esperado quando se viaja nos principais aeroportos da America Latina.

Aeroportos brasileiros

Entre os aeroportos mais cômodos da América Latina, dois são brasileiros: o Aeroporto Internacional de Guarulhos Governador André Franco Montoro (GRU), em terceiro lugar no ranking, e o Aeroporto Internacional do Galeão
Antonio Carlos Jobim (GIG), na oitava colocação. A seguir, apresentamos um quadro com classificação e algumas considerações.

Aeroportos da América Latina

Ainda segundo Fernandes, os pontos mais altos foram atribuídos, primeiramente, aos aeroportos que ofereciam ótimos destinos em todo o mundo (conectividade). Ao mesmo tempo, para aqueles que também mantém uma mistura saudável de lojas, restaurantes e conveniências.

Em síntese, ele afirma que existem diversos benefícios aos passageiros e consumidores em utilizar os terminais classificados no ranking de aeroportos mais cômodos da América Latina.

A saber: mais opções de voos, menos tempo de locomoção do aeroporto ao centro, conexão direta com a rede de metrô e trens e melhor infraestrutura aeroportuária. Além de pontes de embarque (fingers), ao invés do embarque na pista após o percurso em ônibus. Clique aqui para acessar o relatório completo.

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Aeropuerto tico destaca entre los diez mejores de Latinoamérica

Esperan que este índice permita dar una herramienta a los pasajeros a la hora de elegir destinos de viaje

Redacción-El día de hoy el Consumer Choice Center (CCC) ha publicado su Índice de Aeropuertos Latinoamericanos, resaltando el Top 10 de aeropuertos en la región de acuerdo a su conveniencia y facilidades para los pasajeros. Dentro del Índice se consideran los 30 aeropuertos más importantes de la región latinoamericana.

El índice es el primero de su tipo en Latinoamérica y debería ser utilizado para informar a los consumidores y administradores de los aeropuertos sobre quienes vienen llevando a cabo un mejor trabajo para dar las comodidades necesarias a sus pasajeros o usuarios.

Esperan que en vista de paralización de las operaciones de algunos aeropuertos debido al COVID-19 este índice permita dar una herramienta a los pasajeros a la hora de elegir destinos de viaje o escalas en un futuro cercano de forma tal que tengan una mejor experiencia a la hora de movilizarse por la región en el contexto de la pandemia.

El Top 5 de aeropuertos de acuerdo al estudio son Ciudad de México Benito Juarez, Jose Joaquin de Olmedo en Guayaquil, Ecuador,  el de Sao Paulo’s Aeropuerto Internacional Guarulhos, Aeropuerto Internacional Juan Santamaría en Costa Rica, y el Aeropuerto Internacional de Punta Cana en República Dominicana.

Julio Clavijo, Gerente de Asuntos Latinoamericanos Consumer Choice Center, mencionó que el ranking demuestra la importancia de ofrecer comodidades y alternativas prácticas o convenientes en los aeropuertos más grandes.

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Consumidores de punta contra las aerolíneas: exigen reembolsos

Carta abierta: “Comprométanse con el estado de derecho y no nos obliguen a llevarlos a los tribunales”

En una carta abierta a los CEO de aerolíneas, la asociación de la sociedad civil Consumer Choice Center -que representa a consumidores en más de 100 países- reclamó a las compañías aéreas que facilite los reembolsos. “Nosotros, los consumidores, queremos ayudarlos, pero ustedes deben cumplir con la ley y facilitar los reembolsos“, se lee en la carta firmada por Fred Roeder, director ejecutivo de Consumer Choice Center.

“Queremos estar en el aire con ustedes lo antes posible, pero hagan su parte y comprométanse con el estado de derecho y no nos obliguen a llevarlos a los tribunales“. Para Consumer Choice Center, las aerolíneas deben liberar los reembolsos por pasajes no volados y, así, mejorar el vínculo con sus clientes.

La carta

Estimados CEOs del sector de aerolíneas,

Nosotros, como grupo de consumidores internacionales, y consumidores que amamos la conectividad global, conocemos muy bien el devastador impacto que Covid-19 ha tenido en la industria de las aerolíneas. El año 2020 ha sido difícil para todos nosotros y nuestros pensamientos están con los empleados de las aerolíneas que han sido despedidos, suspendidos o que aún pueden perder su trabajo como consecuencia de la pandemia.

Para nosotros, los consumidores, es extremadamente importante tener una industria aérea saludable que nos permita volver a conectarnos con el mundo para que podamos visitar a amigos y familiares en todo el mundo.

Los años previos a COVID-19 vieron muchas nuevas regulaciones e impuestos que dificultaron la operación de las aerolíneas. Incluso en tiempos previos a la pandemia, cerraron números récord de aerolíneas.

Si bien la consolidación de la industria es algo natural y, a veces, incluso buena para los consumidores, las tendencias como los impuestos más altos y los sentimientos antiaéreos, como la vergüenza de volar, se pueden atribuir a la posición financiera más débil de la industria. Y luego vino COVID

Hemos estado luchando contra impuestos más altos en los boletos de avión durante años y elogiamos a la industria de las aerolíneas como un gran facilitador para la elección del consumidor y la globalización.

Pero mientras que 2020 nos presenta a todos desafíos desde la salud mental hasta la seguridad laboral, también tuvimos que aprender de la manera difícil que muchos jugadores en su industria no se preocupan por los contratos, la ley y las promesas hechas a sus clientes.

Todos hemos pasado demasiadas horas con sus call center estos últimos meses tratando de recuperar el dinero que gastamos en vuelos cancelados. La mayoría de las veces, las aerolíneas han tratado de obligar a los consumidores a aceptar cupones para futuros viajes.

Fred Roeder, director ejecutivo de Consumer Choice Center

Darle a un consumidor una opción para un cupón está bien. Incentivarnos a tomarlo en lugar del reembolso en efectivo agregando un valor adicional de 10% a 20% al cupón es aún mejor.

Queremos mantenerlos a flote y tales ofertas son una forma de obtener nuestra aceptación. PERO negarnos los reembolsos, como muchos de ustedes todavía lo hacen, no solo es ilegal, sino que también enoja a los consumidores.

¿Cómo sabemos si podremos despegar el próximo año para emprender ese largo viaje que planeamos para este año? ¿Cómo sabemos que su aerolínea seguirá operando?

Queremos estar en el aire con ustedes lo antes posible, pero hagan su parte y comprométanse con el estado de derecho; no nos obliguen a llevarlos a los tribunales. Cientos de millones de contribuyentes en todo el mundo ya los están ayudando a través de rescates gubernamentales.

Hacemos nuestra parte para abogar por menos impuestos y tasas pagadas en las tarifas aéreas y en contra de las prohibiciones tontas de vuelos nacionales, como la prohibición que se está discutiendo en Francia en este momento. Esto hará que el sector sea más competitivo y nos permitirá a nosotros, los consumidores, volar más con usted.

Queremos colaborar a que se mantengan en el negocio, pero también deben cumplir con las normas existentes y reembolsar a los clientes. Crear confianza no es una calle de sentido único y necesitamos ver acciones firmes de todos ustedes. Dejemos atrás las frustraciones que teníamos con sus equipos de servicio al cliente, devuélvannos nuestro dinero (o al menos la opción de obtener un reembolso) y conquistemos el cielo juntos una vez más.

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Entidade de defesa do consumidor critica aéreas por demora nos reembolsos

De acordo com dados da Iata, as empresas aéreas no mundo têm US$ 35 bilhões em reembolsos de passagens aéreas

Entidade de defesa do consumidor critica aéreas por demora nos reembolsos

O Consumer Choice Center (CCC), organização internacional de defesa do consumidor com atuação em mais de cem países, divulgou uma carta aberta aos presidentes das empresas aéreas, criticando práticas de reembolso adotadas por companhias aéreas durante a pandemia de covid-19.

A carta também foi endereçada à Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) e à Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO). De acordo com dados da Iata, as empresas aéreas no mundo têm US$ 35 bilhões em reembolsos de passagens aéreas, de voos cancelados durante a pandemia de covid-19.

No documento, assinado por Fred Roeder, diretor geral do CCC, a entidade afirma que “muitos agentes do setor não se importam com contratos, leis e promessas feitas a seus clientes”.

De acordo com a entidade, consumidores têm gastado horas com o atendimento de companhias aéreas para tentar recuperar o dinheiro gasto em voos cancelados. Mas, frequentemente, as empresas tentam forçar os clientes a aceitar cupons para viagens futuras.

“Dar a um consumidor a opção de um cupom é bom. Mas negar o reembolso, como muitos de vocês ainda fazem, não é apenas contra a lei, mas também irrita os consumidores. Como sabemos se teremos condição de decolar no próximo ano para fazer a longa viagem que planejamos para este ano? Como sabemos se sua companhia aérea ainda estará no mercado?”, questiona o CCC na carta.

A entidade ainda acrescenta que “centenas de milhões de contribuintes em todo o mundo já estão ajudando vocês através de pacotes de socorro de governos”. “Queremos ajudá-los a permanecer no negócio, mas vocês também precisam respeitar as regras existentes e reembolsar os clientes”, conclui o CCC na carta.

Fabio Fernandes, gerente global de comunicação e relação com a mídia do CCC, disse que diversas empresas aéreas não estão cumprindo suas políticas de reembolso e desrespeitam as leis. Ele cita as aéreas RyanAir, AirEuropa, Air Canada, EasyJet e Alitalia. De acordo com Fernandes, a pior companhia é a RyanAir, que ainda não reembolsou 8 de cada 10 passageiros britânicos com viagens canceladas.

“Na Europa, a legislação estabelece o reembolso integral em caso de voos cancelados, e não apenas um voucher para ser usado na próxima viagem. Existe pressão em Bruxelas dos países membros da União Europeia para uma interpretação diferente dessa regra, porém os esclarecimentos da Comissão Europeia de 18 de março reafirmam o reembolso da tarifa do bilhete para voos cancelados, mesmo no caso do covid-19”, afirmou Fernandes.

Fernandes disse que espera que a Iata, como representante das empresas aéreas, sugira aos seus membros que façam o reembolso imediato dos voos cancelados.

Procurada, a Iata informou em nota que a política de reembolso “é uma decisão comercial de cada companhia aérea”. E acrescentou que a Iata “não tem condições de aconselhar sobre as exigências legais de cada país”.

Conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor


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Entidade de defesa do consumidor critica aéreas por demora nos reembolsos

De acordo com dados da Iata, as empresas aéreas no mundo têm US$ 35 bilhões em reembolsos de passagens aéreas

Entidade de defesa do consumidor critica aéreas por demora nos reembolsos

O Consumer Choice Center (CCC), organização internacional de defesa do consumidor com atuação em mais de cem países, divulgou uma carta aberta aos presidentes das empresas aéreas, criticando práticas de reembolso adotadas por companhias aéreas durante a pandemia de covid-19.

A carta também foi endereçada à Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) e à Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO). De acordo com dados da Iata, as empresas aéreas no mundo têm US$ 35 bilhões em reembolsos de passagens aéreas, de voos cancelados durante a pandemia de covid-19.

No documento, assinado por Fred Roeder, diretor geral do CCC, a entidade afirma que “muitos agentes do setor não se importam com contratos, leis e promessas feitas a seus clientes”.

De acordo com a entidade, consumidores têm gastado horas com o atendimento de companhias aéreas para tentar recuperar o dinheiro gasto em voos cancelados. Mas, frequentemente, as empresas tentam forçar os clientes a aceitar cupons para viagens futuras.

“Dar a um consumidor a opção de um cupom é bom. Mas negar o reembolso, como muitos de vocês ainda fazem, não é apenas contra a lei, mas também irrita os consumidores. Como sabemos se teremos condição de decolar no próximo ano para fazer a longa viagem que planejamos para este ano? Como sabemos se sua companhia aérea ainda estará no mercado?”, questiona o CCC na carta.

A entidade ainda acrescenta que “centenas de milhões de contribuintes em todo o mundo já estão ajudando vocês através de pacotes de socorro de governos”. “Queremos ajudá-los a permanecer no negócio, mas vocês também precisam respeitar as regras existentes e reembolsar os clientes”, conclui o CCC na carta.

Fabio Fernandes, gerente global de comunicação e relação com a mídia do CCC, disse que diversas empresas aéreas não estão cumprindo suas políticas de reembolso e desrespeitam as leis. Ele cita as aéreas RyanAir, AirEuropa, Air Canada, EasyJet e Alitalia. De acordo com Fernandes, a pior companhia é a RyanAir, que ainda não reembolsou 8 de cada 10 passageiros britânicos com viagens canceladas.

“Na Europa, a legislação estabelece o reembolso integral em caso de voos cancelados, e não apenas um voucher para ser usado na próxima viagem. Existe pressão em Bruxelas dos países membros da União Europeia para uma interpretação diferente dessa regra, porém os esclarecimentos da Comissão Europeia de 18 de março reafirmam o reembolso da tarifa do bilhete para voos cancelados, mesmo no caso do covid-19”, afirmou Fernandes.

Fernandes disse que espera que a Iata, como representante das empresas aéreas, sugira aos seus membros que façam o reembolso imediato dos voos cancelados.

Procurada, a Iata informou em nota que a política de reembolso “é uma decisão comercial de cada companhia aérea”. E acrescentou que a Iata “não tem condições de aconselhar sobre as exigências legais de cada país”.

Conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor


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Open Letter to Airline CEOs

Open Letter to Airline CEOs

To the CEOs of Airlines

CC: ICAO, IATA

Open Letter to Airline CEOs: We consumers want to help you, but you need to adhere to the law and allow easy refunds.

Dear Airlines CEOs of the World,

We, as an international consumer group, and consumers who love global connectivity, know full well the devastating impact Covid-19 has had on the airline industry. 2020 has been a tough year for all of us, and our thoughts go out to the airline employees who have been furloughed, fired, or who may still lose their job as a result of the pandemic.

For us consumers, it is extremely important to have a healthy airline industry that allows us to reconnect to the world and bring us back to the skies so we can visit friends and family across the globe.

The years leading up to COVID-19 saw many new regulations and taxes that made it harder for airlines to operate. Even pre-pandemic times saw record numbers of airlines fail. While industry consolidation is something natural and sometimes even good for consumers, trends such as higher taxes and anti-flying sentiments, such as flight shaming, can be attributed to the weaker financial standing of the industry. And then came COVID…

We have been fighting against higher taxes on flight tickets for years and praised the airline industry as a great enabler of consumer choice and globalization. But while 2020 presents us all with challenges from mental health to job security, we also had to learn the hard way that many players in your industry do not care about contracts, the law, and promises made to their customers.

We all have spent too many hours with your call centers this Spring trying to recoup the money we spent on canceled flights. More often than not Airlines have tried to force consumers into accepting vouchers for future trips.

Giving a consumer an option for a voucher is fine. Incentivizing us to take it instead of the cash refund by adding 10-20% extra value to the voucher is even better. We want to keep you afloat and such deals are a way to get our buy-in. BUT denying us refunds, as many of you still do, is not just against the law but also makes consumers angry. How do we know if we are even able to take off next year to go on that long trip we planned for this year? How do we know that your airline will still be in business? Can I get that voucher insured the same way as I had my original ticket insured against your bankruptcy?

We want to be in the air with you as soon as possible, but please do your part and commit to the rule of law and don’t force us to bring you to court. Hundreds of millions of taxpayers across the world are already helping you through government bailouts. We do our part to advocate for fewer levies and taxes paid on airfares and against silly bans of domestic flights, like the ban being discussed in France right now. This will make the sector more competitive and will allow us, consumers, to fly more with you.

We want to help you to stay in business, but you also need to honor existing rules and refund customers. Building trust is not a one-way street and we need to see strong actions from all of you. Let’s put the frustrations we had with your customer service teams behind us, give us our money back (or at least the choice to get refunded), and conquer the skies together once more.


Sincerely,

Fred Roeder
Managing Director
Consumer Choice Center


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