Airlines

Open Canada’s air travel market

Air Canada planes in Arizona.

The war between Canadian consumers and Air Canada drags on, with the airline still refusing to issue refunds for cancelled flights departing from Canada. To make matters worse, Transport Minister Marc Garneau says the Trudeau government will not force airlines to issue refunds.

Getting money back when a business doesn’t provide a service is pretty basic fair play. In an environment in which no one knows when plane travel will be back to normal, a voucher for a future trip is a poor substitute for cash. If you are one of the 14 per cent of Canadians without a job and struggling to pay your bills, a voucher is a real slap in the face, while a refund could go a long way in helping you stay afloat. It’s hard to understand why the government is letting the airline stick it to consumers this way.

If Air Canada is incapable of doing what’s right, that’s just one more reason to rethink how we regulate the domestic airline industry. The easiest way to shake things up would be to change our approach regarding international ownership. As it stands, airlines that fly domestic routes in Canada need to be majority-owned by Canadian citizens, which means international investors cannot account for more than 49 per cent of company ownership. Canada should follow Chile’s lead, eliminating ownership requirements altogether and allowing for international carriers to fly domestic routes.

This would be a huge benefit to consumers, as it would put much-needed downward pressure on travel prices in Canada. Based on aggregate data from international travel booking company Kiwi.com, Canada ranks 65th globally in terms of flight affordability. Our cost per 100 kilometres travelled is 2.1 times higher than in the United States, 2.8 times higher than in New Zealand and 3.6 times higher than in Portugal.

When it comes to air travel, Canadian consumers need more competition. Permitting international carriers to better optimize their routes by including additional Canadian cities would be a great step forward. For example, why shouldn’t British Airways be allowed to sell seats from Vancouver to Toronto while en route to London? Or American Airlines from Halifax to Calgary, while en route to Seattle? Or Air France from Calgary to Montreal, en route to Paris? Why not, indeed? It would save us all a lot of money.

Critics will argue that more competition will decrease Air Canada’s ability to connect our smaller towns and cities. But considering Air Canada has just announced the indefinite suspension of 30 small-market domestic routes, it’s a moot point. Air Canada’s decision shows exactly why now is the time to open the market to more competition.

If international discount carriers think they can make (our domestic) routes profitable, let’s make it legal for them to try

If international discount carriers think they can make those routes profitable, let’s make it legal for them to try. If a Canadian airline wants to attract international investment to expand its ability to fly domestic routes, it should be able to do so without arbitrary ownership limits. Air Canada may not be able to fly those routes and make a profit, but that doesn’t mean other airlines couldn’t. We should let them try.

No doubt some people believe the current turmoil is a reason to re-nationalize Air Canada and bring it back under government control. That is a terrible idea — for taxpayers and travellers alike. Both in Canada and internationally the airline industry has shown itself to be extremely volatile. In the past 20 years alone, the sector was devastated by 9/11, dealt another blow by SARS and didn’t see its stock prices recover to pre-9/11 levels until 2014.

COVID-19 highlights this volatility, as the pandemic has caused airline stock prices to fall at a rate never seen. A nationalized airline would not be immune to those shocks, which would then force taxpayers to foot the bill every time a crisis erupted. For a country with high — and rising — public debt, taking on a hugely risky public investment wouldn’t just be misguided, it would be reckless.

On the consumer side, the idea of a nationalized airline isn’t worth celebrating, either. For decades, the government has consistently failed to deliver the mail on time. Putting it in charge of getting you to your connecting flight is a recipe for widespread travel disaster.

Consumers would have more choice and more routes as a result of eliminating ownership restrictions. When we do travel again, the experience should be as consumer-friendly as possible. More competition is the only way to ensure that.

Originally published here.


The Consumer Choice Center is the consumer advocacy group supporting lifestyle freedom, innovation, privacy, science, and consumer choice. The main policy areas we focus on are digital, mobility, lifestyle & consumer goods, and health & science.

The CCC represents consumers in over 100 countries across the globe. We closely monitor regulatory trends in Ottawa, Washington, Brussels, Geneva and other hotspots of regulation and inform and activate consumers to fight for #ConsumerChoice. Learn more at consumerchoicecenter.org

Cumbica ocupa 3º lugar em ranking de aeroportos mais amigáveis da América Latina

O Aeroporto Internacional de São Paulo (GRU Airport), alcançou o terceiro lugar entre os aeroportos mais amigáveis da América Latina na primeira edição do ranking que classifica os aeroportos mais cômodos para os passageiros.

Para a formulação do ranking, foram examinados os 30 maiores aeroportos latino-americanos (em volume de passageiros), levando em consideração a experiência do usuário, de acordo com uma série de fatores.

Entre os critérios levados em consideração estão localização, opções de acesso e transporte público, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges no aeroporto, além do acesso à malha aérea e número de voos e destinos. A iniciativa é do Centro de Escolha do Consumidor (Consumer Choice Center).

Fabio Fernandes, co-autor do estudo e responsável pelas relações com a mídia do Consumer Choice Center, afirmou que o ranking demonstra o nível de praticidade e conforto esperado quando se viaja nos principais aeroportos da America Latina, pois o sistema criado para fornecer os dados possibilita uma visão mais ampla, auxiliando os passageiros a escolher qual aeroporto utilizar.

“O sistema de pontos que desenvolvemos para o índice fornece uma ótima visão a respeito dos aeroportos que você deve considerar usar em sua próxima viagem, seja de férias ou a trabalho”.

Confira a lista completa com os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina:

  • 1 – Benito Juarez – Cidade do México (México)
  • 2 – Aeroporto Internacional José Joaquín de Olmedo – Guayaquil (Equador)
  • 3 – Governador André Franco Montoro – Guarulhos (Brasil) e Aeroporto Internacional Juan Santamaría – Alajuela (Costa Rica), empatados
  • 5 – Aeroporto Internacional de Punta Cana – Punta Cana (República Dominicana) e Aeroporto Internacional La Aurora – Cidade da Guatemala (Guatemala), empatados
  • 7 – Aeroporto Internacional Tocumen – Cidade do Panamá (Panamá)
  • 8 – Aeroporto Internacional de Guadalajara – Guadalajara (México), Antonio Carlos Jobim – Rio de Janeiro (Brasil) e Aeroporto Internacional Alfonso Bonilla Aragón – Palmira (Colômbia), todos empatados

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Cumbica e Galeão estão entre os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Os aeroportos Governador André Franco Montoro (GRU), o Cumbica, em Guarulhos, e Antonio Carlos Jobim (GIG), o Galeão, no Rio de Janeiro, ocupam, respectivamente, o terceiro e o oitavo lugar entre os aeroportos mais amigáveis da América Latina.  O ranking, elaborado pelo Centro de Escolha do Consumidor (Consumer Choice Center), é liderado pelo Benito Juarez, na Cidade do México.

Realizado pela primeira vez na região, o índice avaliou os 30 aeroportos mais movimentados em número de passageiros e os classificou por pontos a partir da experiência oferecia os usuários. Entre os critérios levados em consideração estão localização, opções de acesso e transporte público, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges no aeroporto, além do acesso à malha aérea e número de voos e destinos.

“Outros fatores determinados no ranking incluem número de pontes de embarque (fingers), em vez de acesso pela pista após o percurso em ônibus, proximidade ao centro da cidade, número de salas vip e conexão direta com a rede de metrô e trens”, afirma  Fabio Fernandes, responsável por relações com a mídia do Consumer Choice Center e co-autor do estudo.

“O sistema de pontos que desenvolvemos para o índice fornece uma ótima visão a respeito dos aeroportos que você deve considerar usar em sua próxima viagem, seja de férias ou a trabalho”, conclui Fabio.

Aeroportos mais amigáveis da América Latina

Confira a lista elaborada pelo Consumer Choice Center com os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina:

  • 1 – Benito Juarez – Cidade do México (México)
  • 2 – Aeroporto Internacional José Joaquín de Olmedo – Guayaquil (Equador)
  • 3 – Governador André Franco Montoro – Guarulhos (Brasil) e Aeroporto Internacional Juan Santamaría – Alajuela (Costa Rica), empatados
  • 5 – Aeroporto Internacional de Punta Cana – Punta Cana (República Dominicana) e Aeroporto Internacional La Aurora – Cidade da Guatemala (Guatemala), empatados
  • 7 – Aeroporto Internacional Tocumen – Cidade do Panamá (Panamá)
  • 8 – Aeroporto Internacional de Guadalajara – Guadalajara (México), Antonio Carlos Jobim – Rio de Janeiro (Brasil) e Aeroporto Internacional Alfonso Bonilla Aragón – Palmira (Colômbia), todos empatados

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Cumbica e Galeão estão entre os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina

Os aeroportos Governador André Franco Montoro (GRU), o Cumbica, em Guarulhos, e Antonio Carlos Jobim (GIG), o Galeão, no Rio de Janeiro, ocupam, respectivamente, o terceiro e o oitavo lugar entre os aeroportos mais amigáveis da América Latina.  O ranking, elaborado pelo Centro de Escolha do Consumidor (Consumer Choice Center), é liderado pelo Benito Juarez, na Cidade do México.

Realizado pela primeira vez na região, o índice avaliou os 30 aeroportos mais movimentados em número de passageiros e os classificou por pontos a partir da experiência oferecia os usuários. Entre os critérios levados em consideração estão localização, opções de acesso e transporte público, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges no aeroporto, além do acesso à malha aérea e número de voos e destinos.

“Outros fatores determinados no ranking incluem número de pontes de embarque (fingers), em vez de acesso pela pista após o percurso em ônibus, proximidade ao centro da cidade, número de salas vip e conexão direta com a rede de metrô e trens”, afirma  Fabio Fernandes, responsável por relações com a mídia do Consumer Choice Center e co-autor do estudo.

“O sistema de pontos que desenvolvemos para o índice fornece uma ótima visão a respeito dos aeroportos que você deve considerar usar em sua próxima viagem, seja de férias ou a trabalho”, conclui Fabio.

Aeroportos mais amigáveis da América Latina

Confira a lista elaborada pelo Consumer Choice Center com os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina:

  • 1 – Benito Juarez – Cidade do México (México)
  • 2 – Aeroporto Internacional José Joaquín de Olmedo – Guayaquil (Equador)
  • 3 – Governador André Franco Montoro – Guarulhos (Brasil) e Aeroporto Internacional Juan Santamaría – Alajuela (Costa Rica), empatados
  • 5 – Aeroporto Internacional de Punta Cana – Punta Cana (República Dominicana) e Aeroporto Internacional La Aurora – Cidade da Guatemala (Guatemala), empatados
  • 7 – Aeroporto Internacional Tocumen – Cidade do Panamá (Panamá)
  • 8 – Aeroporto Internacional de Guadalajara – Guadalajara (México), Antonio Carlos Jobim – Rio de Janeiro (Brasil) e Aeroporto Internacional Alfonso Bonilla Aragón – Palmira (Colômbia), todos empatados

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CUMBICA E GALEÃO ESTÃO ENTRE OS 10 AEROPORTOS MAIS AMIGÁVEIS DA AMÉRICA LATINA

Os aeroportos Governador André Franco Montoro (GRU), o Cumbica, em Guarulhos, e Antonio Carlos Jobim (GIG), o Galeão, no Rio de Janeiro, ocupam, respectivamente, o terceiro e o oitavo lugar entre os aeroportos mais amigáveis da América Latina.  O ranking, elaborado pelo Centro de Escolha do Consumidor (Consumer Choice Center), é liderado pelo Benito Juarez, na Cidade do México.

Realizado pela primeira vez na região, o índice avaliou os 30 aeroportos mais movimentados em número de passageiros e os classificou por pontos a partir da experiência oferecia os usuários. Entre os critérios levados em consideração estão localização, opções de acesso e transporte público, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges no aeroporto, além do acesso à malha aérea e número de voos e destinos.

“Outros fatores determinados no ranking incluem número de pontes de embarque (fingers), em vez de acesso pela pista após o percurso em ônibus, proximidade ao centro da cidade, número de salas vip e conexão direta com a rede de metrô e trens”, afirma  Fabio Fernandes, responsável por relações com a mídia do Consumer Choice Center e co-autor do estudo.

“O sistema de pontos que desenvolvemos para o índice fornece uma ótima visão a respeito dos aeroportos que você deve considerar usar em sua próxima viagem, seja de férias ou a trabalho”, conclui Fabio.

Aeroportos mais amigáveis da América Latina

Confira a lista elaborada pelo Consumer Choice Center com os 10 aeroportos mais amigáveis da América Latina:

  • 1 – Benito Juarez – Cidade do México (México)
  • 2 – Aeroporto Internacional José Joaquín de Olmedo – Guayaquil (Equador)
  • 3 – Governador André Franco Montoro – Guarulhos (Brasil) e Aeroporto Internacional Juan Santamaría – Alajuela (Costa Rica), empatados
  • 5 – Aeroporto Internacional de Punta Cana – Punta Cana (República Dominicana) e Aeroporto Internacional La Aurora – Cidade da Guatemala (Guatemala), empatados
  • 7 – Aeroporto Internacional Tocumen – Cidade do Panamá (Panamá)
  • 8 – Aeroporto Internacional de Guadalajara – Guadalajara (México), Antonio Carlos Jobim – Rio de Janeiro (Brasil) e Aeroporto Internacional Alfonso Bonilla Aragón – Palmira (Colômbia), todos empatados

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Os Aeroportos mais cômodos da América Latina

Os aeroportos mais cômodos da América Latina Imagem de Rudy and Peter Skitterians por Pixabay

Há quem goste, mas também desteste aeroportos. Contudo, não tem como a gente deixar de passar por eles, quando fazemos viagens, sobretudo, internacionais. E quem viaja muito, acaba tendo as suas próprias percepções sobre os aeroportos nos quais circula com mais frequência.

Entretanto, independentemente da opinião de cada um, vale conferir a primeira edição de um ranking que classifica os aeroportos mais cômodos da América Latina para os passageiros. Em outras palavras, quais são aqueles mais amigáveis para os viajantes da região.

A iniciativa é do Centro de Escolha do Consumidor(Consumer Choice Center, em inglês). Foram examinados examinados os 30 maiores aeroportos latino-americanos (em volume de passageiros). A partir daí, a classificação se deu em termos de experiência do usuário, de acordo com uma série de fatores.

Primordialmente, foram considerados, quesitos como localização, opções de acesso e transporte público. Ao mesmo tempo, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges em seus terminais, entraram na relação. Por fim, considerou-se o acesso à malha aérea e número de voos e destinos.

Ademais, conforme eu adiantei, o índice é o primeiro desse tipo na América Latina. Ele foi criado para informar os consumidores, assim como alertar os administradores aeroportuários sobre quais aeroportos estão fazendo o melhor trabalho. Tudo isso com o intuito de proporcionar uma viagem mais cômoda aos passageiros.

“Esperamos que, após o término das interrupções de viagens devido à COVID-19, este índice ajude os viajantes a escolherem destinos e pontos de conexão que ofereçam mais comodidade”

A declaração é de Fabio Fernandes, Relações com a Mídia do Consumer Choice Center e co-autor do estudo. Para ele, o ranking demonstra o nível de praticidade e conforto esperado quando se viaja nos principais aeroportos da America Latina.

Aeroportos brasileiros

Entre os aeroportos mais cômodos da América Latina, dois são brasileiros: o Aeroporto Internacional de Guarulhos Governador André Franco Montoro (GRU), em terceiro lugar no ranking, e o Aeroporto Internacional do Galeão
Antonio Carlos Jobim (GIG), na oitava colocação. A seguir, apresentamos um quadro com classificação e algumas considerações.

Aeroportos da América Latina

Ainda segundo Fernandes, os pontos mais altos foram atribuídos, primeiramente, aos aeroportos que ofereciam ótimos destinos em todo o mundo (conectividade). Ao mesmo tempo, para aqueles que também mantém uma mistura saudável de lojas, restaurantes e conveniências.

Em síntese, ele afirma que existem diversos benefícios aos passageiros e consumidores em utilizar os terminais classificados no ranking de aeroportos mais cômodos da América Latina.

A saber: mais opções de voos, menos tempo de locomoção do aeroporto ao centro, conexão direta com a rede de metrô e trens e melhor infraestrutura aeroportuária. Além de pontes de embarque (fingers), ao invés do embarque na pista após o percurso em ônibus. Clique aqui para acessar o relatório completo.

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Aerop. Int. de Punta Cana en el top 5 de los más amigables de Latinoamérica en ranking de Consumer Choice Center

El Aeropuerto Internacional de Punta Cana se encuentra en el top 5 de los aeropuertos más amigables del más reciente ranking publicado por Consumer Choice Center, el cual reconocer las terminales aéreas que brindan mayor conveniencia y facilidades a los usuarios, de acuerdo a la información recabada por infotur Dominicano

El ranking es encabezado por el Aeropuerto Internacional Benito Juárez, de la Ciudad de México, seguido por el Aeropuerto Internacional José Joaquín de Olmedo en la ciudad de Guayaquil, Ecuador, en el mismo orden están el Aeropuerto Internacional Guarulhos de Sao Paulo, empatado en el tercer lugar con el Aeropuerto Internacional Juan Santamaría en San José, Costa Rica, mientras que en el cuarto se encuentran el Aeropuerto Internacional de Punta Cana en República Dominicana y el Aeropuerto Internacional La Aurora de Ciudad Guatemala y el top 5 lo completa el Aeropuerto Internacional de Tocumen en Ciudad Panamá.

Otros aeropuerto en el ranking son el Aeropuerto Internacional de Guadalajara en México, Aeropuerto Internacional Antônio Carlos Jobim de Río de Janeiro y el Aeropuerto Internacional Alfonso Bonilla Aragón, localizado en el corregimiento de Palmaseca del municipio de Palmira, Colombia

Este Ranking surge con el objetivo de prevenir una experiencia negativa para los pasajeros y usuarios en sus viajes futuros, hemos examinado los 30 aeropuertos más importantes de Latinoamérica (de acuerdo al volumen de pasajeros) y los hemos rankeado en términos de experiencia del usuario, de acuerdo a una combinación de factores que van desde la ubicación del aeropuerto, sus opciones de transportación y la experiencia de usuario hasta la red de conexiones y vuelos que posee el mismo. 

Esta es la primera edición anual del Índice de aeropuertos latinoamericanos para pasajeros que buscan una opción que les permita identificar cuales aeropuertos son mucho más amigables con sus usuarios y proveen una buena experiencia en términos generales.  

Durante el 2019 el Consumer Choice Center publicó el primer índice de este tipo con un ranking para los aeropuertos de Europa con los 30 mas importantes de aquella región del mundo. 

Para clasificar y tomar en cuenta a los aeropuerto más amigables tomaron en cuenta los siguientes aspectos:

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Distancia desde el aeropuerto hacia el centro de la ciudad, Disponibilidad u opciones de movilización, Acceso directo al metro o tren ligero desde el aeropuerto, Acceso directo a líneas nacionales de tren, Total de tiendas y restaurantes por pasajero (Total),  Pasajeros por puente de embarque, Pax/Lounge – Pasajeros/Lounges o Salas VIP,  Hotel In situ Aeropuerto, Número de Aerolíneas y Número de Destinos.

Consumer Choice Center es un grupo de defensa al consumidor que apoya la libertad de elección, innovación, privacidad y ciencia como un estilo de vida de los consumidores. Las áreas de política pública en las cuales se enfoca el CCC son tecnología, mobilidad, estilo de vida, consumo de productos, salud y ciencia.

El Consumer Choice Center, representa a consumidores ubicados en más de 100 país alrededor del mundo. Monitoreamos de manera constante y cercana el marco regulatorio y sus tendencias en Washington, Brasilia, Lima, Bruselas, Ginebra y otros puntos importantes del quehacer de la política pública e informamos a los consumidores para una defensa activa de sus derechos para defender su  Elección de Consumidor.

NOTA: Esta noticia y todas las publicadas en Infotur Dominicano tienen los derechos reservados. Por lo que está expresamente prohibida la redistribución y la redifusión del material parcial o total de este contenido para ser publicada en otros medios sin citar la fuente

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Empresários do turismo estão mais otimistas

Pesquisa global feita pela Travel Consul revelou o impacto da Covid-19 na indústria e a recuperação futura da distribuição de viagens. Entre 11 e 25 de maio, mais de 900 proprietários de agências de viagens e operadoras turísticas dos principais mercados.

Distribuidores de viagens brasileiros estão menos pessimistas em relação às perdas geradas pela pandemia que seus parceiros globais. Na comparação com o ano anterior, no 3º trimestre de 2020, os brasileiros acreditam que suas perdas chagarão a 66%, enquanto a média global diz 73%. No quarto trimestre, brasileiros projetam 50% de perdas, versus 60% na média global. Entretanto, os respondentes do Brasil estão um pouco mais pessimistas na questão sobre quando acreditam que os negócios vão voltar ao normal: 65% acredita que isso só acontecerá em 2021. Na média global, 57% acredita que isso se dará no ano que vem.

Na pergunta sobre medidas que estão sendo implementadas durante a crise, respondentes do Brasil colocaram o investimento em tecnologia para melhorar produtos e atendimento ao cliente como a segunda principal ação praticada na pandemia, com 44%, enquanto a média global mostra 26%. O foco em treinamento também é apontado como importante para 43% dos brasileiros, contra 38% na média global. A tendência se repete, de maneira mais leve, no ajuste ao modelo de negócios: 43% dos brasileiros marcaram esta opção, versus 41% na média global.

Os distribuidores de viagens do Brasil também mostram uma tendência diferente da global no que diz respeito às principais formas de contato com os clientes. Os brasileiros estão usando mais mídias sociais, e-mails, webinars, telefone e chats, nessa ordem. Na média global, a preferência é, na ordem, por e-mails, telefone, mídias sociais, webinars e chats.

Mais de 40% dos clientes que estão remarcando ou mostrando algum interesse em viajar disseram que planejavam ir para o destino onde haviam reservado originalmente. Porém, a maior porcentagem, de 46%, está parada, aguardando para ver como a situação evolui antes de tomar sua decisão.

Quando perguntados sobre como os responsáveis pelos destinos turísticos podem ajudar as agências de viagens e os operadores turísticos na recuperação, a resposta número um foi claramente “a introdução de certificados de saúde e segurança para que os agentes tenham certeza de que os destinos são seguros para enviar seus clientes”, com dois de cada três participantes solicitando ajuda dos destinos. As outras três principais respostas incluíram campanhas de marketing, apresentação de dados úteis e oportunos e atualizações do setor e da mídia.

Aproximadamente 41% dos entrevistados globais relataram lançar novos produtos e ajustar o modelo de negócios como as principais medidas adotadas durante a pandemia. Os programas de melhoria e treinamento de atendimento ao cliente ficaram em segundo lugar.

No que diz respeito às atividades de marketing para a recuperação, a mídia social foi claramente a vencedora, com dois em cada três entrevistados alegando que o marketing digital será seu principal esforço. As campanhas digitais e colaborativas, respectivamente, ficaram em segundo e terceiro.

No geral, os parceiros de distribuição esperam uma redução de 73% no volume de negócios no terceiro trimestre de 2020 e 60% no quarto trimestre de 2020. Dois terços dos entrevistados esperam poder sustentar seus negócios por seis meses sem o apoio financeiro do governo.

No que diz respeito à interação com seus clientes durante a pandemia da Covid, como seria de se esperar, o e-mail lidera a forma de comunicação. Curiosamente, o uso tradicional do telefone foi o segundo canal mais utilizado. Embora ganhem popularidade, a videoconferência e o bate-papo ao vivo são menos de 17% dos métodos de comunicação escolhidos.

Quando perguntados sobre como o papel dos parceiros de distribuição de viagens mudará daqui para frente, a fim de se adaptar a essas novas circunstâncias, 70% dos entrevistados acreditam que modificar políticas ou termos e condições de cancelamento estará entre seus principais empreendimentos. Respostas relevantes adicionais incluem “expandir canais de comunicação com o cliente”, “diversificar / alterar suas ofertas de produtos e destinos” e “criar novas parcerias com novos compradores e fornecedores”.

Outra pesquisa, do Centro de Escolha do Consumidor (Consumer Choice Center) rankeou os aeroportos mais convenientes para os passageiros na América Latina. O Índice avalia os 30 aeroportos mais movimentados em número de passageiros e os classifica em termos de experiência dos usuários, de acordo com uma série de fatores que variam desde localização, opções de acesso e transporte público, conveniência, entretenimento, número de lojas, restaurantes e lounges no aeroporto, além do acesso à malha aérea e número de voos e destinos.

O índice é o primeiro desse tipo na América Latina e foi criado para informar os consumidores e alertar os administradores aeroportuários sobre quais aeroportos estão fazendo o melhor trabalho para proporcionar uma viagem mais cômoda aos passageiros. Esperamos que, após o término das interrupções de viagens devido à Covid-19, este índice ajude os viajantes a escolherem destinos e pontos de conexão que ofereçam mais comodidade.

Entre os 10 aeroportos mais bem avaliados, dois são brasileiros: o Aeroporto Internacional de Guarulhos Governador André Franco Montoro (GRU) em terceiro lugar no ranking e o Aeroporto Internacional do Galeão Antonio Carlos Jobim (GIG) em oitavo lugar no ranking.

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Aeropuerto tico destaca entre los diez mejores de Latinoamérica

Esperan que este índice permita dar una herramienta a los pasajeros a la hora de elegir destinos de viaje

Redacción-El día de hoy el Consumer Choice Center (CCC) ha publicado su Índice de Aeropuertos Latinoamericanos, resaltando el Top 10 de aeropuertos en la región de acuerdo a su conveniencia y facilidades para los pasajeros. Dentro del Índice se consideran los 30 aeropuertos más importantes de la región latinoamericana.

El índice es el primero de su tipo en Latinoamérica y debería ser utilizado para informar a los consumidores y administradores de los aeropuertos sobre quienes vienen llevando a cabo un mejor trabajo para dar las comodidades necesarias a sus pasajeros o usuarios.

Esperan que en vista de paralización de las operaciones de algunos aeropuertos debido al COVID-19 este índice permita dar una herramienta a los pasajeros a la hora de elegir destinos de viaje o escalas en un futuro cercano de forma tal que tengan una mejor experiencia a la hora de movilizarse por la región en el contexto de la pandemia.

El Top 5 de aeropuertos de acuerdo al estudio son Ciudad de México Benito Juarez, Jose Joaquin de Olmedo en Guayaquil, Ecuador,  el de Sao Paulo’s Aeropuerto Internacional Guarulhos, Aeropuerto Internacional Juan Santamaría en Costa Rica, y el Aeropuerto Internacional de Punta Cana en República Dominicana.

Julio Clavijo, Gerente de Asuntos Latinoamericanos Consumer Choice Center, mencionó que el ranking demuestra la importancia de ofrecer comodidades y alternativas prácticas o convenientes en los aeropuertos más grandes.

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Consumidores de punta contra las aerolíneas: exigen reembolsos

Carta abierta: “Comprométanse con el estado de derecho y no nos obliguen a llevarlos a los tribunales”

En una carta abierta a los CEO de aerolíneas, la asociación de la sociedad civil Consumer Choice Center -que representa a consumidores en más de 100 países- reclamó a las compañías aéreas que facilite los reembolsos. “Nosotros, los consumidores, queremos ayudarlos, pero ustedes deben cumplir con la ley y facilitar los reembolsos“, se lee en la carta firmada por Fred Roeder, director ejecutivo de Consumer Choice Center.

“Queremos estar en el aire con ustedes lo antes posible, pero hagan su parte y comprométanse con el estado de derecho y no nos obliguen a llevarlos a los tribunales“. Para Consumer Choice Center, las aerolíneas deben liberar los reembolsos por pasajes no volados y, así, mejorar el vínculo con sus clientes.

La carta

Estimados CEOs del sector de aerolíneas,

Nosotros, como grupo de consumidores internacionales, y consumidores que amamos la conectividad global, conocemos muy bien el devastador impacto que Covid-19 ha tenido en la industria de las aerolíneas. El año 2020 ha sido difícil para todos nosotros y nuestros pensamientos están con los empleados de las aerolíneas que han sido despedidos, suspendidos o que aún pueden perder su trabajo como consecuencia de la pandemia.

Para nosotros, los consumidores, es extremadamente importante tener una industria aérea saludable que nos permita volver a conectarnos con el mundo para que podamos visitar a amigos y familiares en todo el mundo.

Los años previos a COVID-19 vieron muchas nuevas regulaciones e impuestos que dificultaron la operación de las aerolíneas. Incluso en tiempos previos a la pandemia, cerraron números récord de aerolíneas.

Si bien la consolidación de la industria es algo natural y, a veces, incluso buena para los consumidores, las tendencias como los impuestos más altos y los sentimientos antiaéreos, como la vergüenza de volar, se pueden atribuir a la posición financiera más débil de la industria. Y luego vino COVID

Hemos estado luchando contra impuestos más altos en los boletos de avión durante años y elogiamos a la industria de las aerolíneas como un gran facilitador para la elección del consumidor y la globalización.

Pero mientras que 2020 nos presenta a todos desafíos desde la salud mental hasta la seguridad laboral, también tuvimos que aprender de la manera difícil que muchos jugadores en su industria no se preocupan por los contratos, la ley y las promesas hechas a sus clientes.

Todos hemos pasado demasiadas horas con sus call center estos últimos meses tratando de recuperar el dinero que gastamos en vuelos cancelados. La mayoría de las veces, las aerolíneas han tratado de obligar a los consumidores a aceptar cupones para futuros viajes.

Fred Roeder, director ejecutivo de Consumer Choice Center

Darle a un consumidor una opción para un cupón está bien. Incentivarnos a tomarlo en lugar del reembolso en efectivo agregando un valor adicional de 10% a 20% al cupón es aún mejor.

Queremos mantenerlos a flote y tales ofertas son una forma de obtener nuestra aceptación. PERO negarnos los reembolsos, como muchos de ustedes todavía lo hacen, no solo es ilegal, sino que también enoja a los consumidores.

¿Cómo sabemos si podremos despegar el próximo año para emprender ese largo viaje que planeamos para este año? ¿Cómo sabemos que su aerolínea seguirá operando?

Queremos estar en el aire con ustedes lo antes posible, pero hagan su parte y comprométanse con el estado de derecho; no nos obliguen a llevarlos a los tribunales. Cientos de millones de contribuyentes en todo el mundo ya los están ayudando a través de rescates gubernamentales.

Hacemos nuestra parte para abogar por menos impuestos y tasas pagadas en las tarifas aéreas y en contra de las prohibiciones tontas de vuelos nacionales, como la prohibición que se está discutiendo en Francia en este momento. Esto hará que el sector sea más competitivo y nos permitirá a nosotros, los consumidores, volar más con usted.

Queremos colaborar a que se mantengan en el negocio, pero también deben cumplir con las normas existentes y reembolsar a los clientes. Crear confianza no es una calle de sentido único y necesitamos ver acciones firmes de todos ustedes. Dejemos atrás las frustraciones que teníamos con sus equipos de servicio al cliente, devuélvannos nuestro dinero (o al menos la opción de obtener un reembolso) y conquistemos el cielo juntos una vez más.

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The Consumer Choice Center is the consumer advocacy group supporting lifestyle freedom, innovation, privacy, science, and consumer choice. The main policy areas we focus on are digital, mobility, lifestyle & consumer goods, and health & science.

The CCC represents consumers in over 100 countries across the globe. We closely monitor regulatory trends in Ottawa, Washington, Brussels, Geneva and other hotspots of regulation and inform and activate consumers to fight for #ConsumerChoice. Learn more at consumerchoicecenter.org

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