Author: Fabio

BRASIL TEM QUE FORTALECER AS LEIS DE PI PARA COMBATER A PANDEMIA E VOLTAR A CRESCER

Consumer Choice Center (Centro de Escolha do Consumidor) tem acompanhado de perto os efeitos da pandemia na vida dos consumidores, desde o acesso e distribuição da vacina até as consequências no mercado interno e international.

Para Fabio Fernandes, diretor global de Relações Institucionais e Governamentais da entidade de defesa do consumidor Consumer Choice Center, “agora que grande parte dos países do mundo tem acesso à vacina, a próxima luta não será contra o vírus mas pela recuperação econômica”

“As leis e acordos de propriedade intelectual como o TRIPs – do qual o Brasil é signatário – foram fundamentais na descoberta e desenvolvimento em um curtíssimo espaço de tempo da vacina para o COVID-19. Porém algumas pessoas querem flexibilizar essas regras, o que causaria danos irreversíveis” disse Fernandes.

“Precisamos permanecer firmes em nossa defesa dos direitos de propriedade intelectual se quisermos derrotar o coronavírus e as suas variantes, além de muitas outras doenças que hoje são incuráveis. Proteger a propriedade intelectual é a única maneira de dar a esses pacientes uma chance de cura. Se agirmos sem temperamento agora, expandindo ou flexibilizando a TRIPs e enfraquecermos ainda mais os direitos de PI, causaremos danos que dificilmente serão reversíveis, e o mundo pós-pandêmico terá de pagar a conta.”

No Brasil, o artigo 40 da Lei de Direitos de Propriedade Intelectual nº 9.279/1996 que está sendo julgado pelo STF, é um mecanismo criado para compensar atrasos administrativos do Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e concede automaticamente à patente uma exclusividade mínima de dez anos.

Para Fernandes “Os consumidores estão preocupados com a possibilidade de novos produtos, tecnologias e medicamentos não estarem disponíveis no Brasil por uma insegurança jurídica. A lei de propriedade intelectual no Brasil está de acordo com o padrão internacional e essa decisão do STF pode enfraquecer esse direito pondo em risco o futuro da inovação no Brasil”

“Vacinas para o setor de agropecuária, remédios contra o Câncer, componentes de informática como microchips para celulares, telecomunicações como a rede 5G e até Inteligência Artificial são alguns exemplos de produtos e inovações que podem atrasar ou até mesmo nunca chegarem ao mercado brasileiro se o Artigo 40 for derrubado” afirmou Fernandes.

“A raiz do problema não é o parágrafo 40 e sim os enormes atrasos que os órgãos públicos brasileiros causam na aprovação de patentes. Esses atrasos prejudicam não apenas as empresas que solicitam proteção de patentes, mas também os consumidores e pacientes que aguardam a aprovação das patentes para ver a entrada de produtos e medicamentos no mercado brasileiro.” explicou Fernandes.

“Os maiores interessados em derrubar o parágrafo 40 são as indústrias farmacêuticas de medicamentos genéricos e biossimilares, que usam os consumidores para fazer campanha para ‘redução nos preços’. O que precisamos na realidade é adotar políticas que baixem impostos e diminuam a burocracia e não aquelas que legalizam o roubo de propriedade intelectual, afinal, os consumidores querem as mais novas tecnologias com preços competitivos e não produtos velhos baratos.” argumentou Fernandes.

“A inovação é resultado de um ambiente de segurança jurídica que permita o inventor de ser remunerado pelo enorme tempo e dinheiro investido em desenvolver a nova tecnologia. Privar o inventor do seu direito acaba por privar também os consumidores acesso à inovações e o país de crescer economicamente no médio e longo prazo. Por isso a Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual tem um horizonte de 10 anos” disse Fernandes.

“Qualquer tentativa de erodir a propriedade intelectual deve ser vista pelo que realmente é: uma ameaça à inovações futuras e à nossa recuperação econômica pós-pandemia.” concluiu Fernandes.

Originally published here.

February 2021

Hello,

Happy first day of spring (meteorologically speaking)
I’m excited to share what we have been up to in February! 
Staff retreat in Dubai
The CCC team had a quick getaway in sunny Dubai for a staff retreat. Everyone got tested before and after the retreat and social distancing guidelines were adhered to. This was a great opportunity for the team to catch up and plan for a busy year ahead. We had very interesting sessions about campaigning, public affairs, and insights into policymaking from the partners of our organization. Our team took the Clifton team strength test and turns out our combined strengths do make up for a great team! And of course, we took some time to enjoy what Dubai has to offer and also took a short trip to see the sunrise in the desert. It was very cold but definitely worth it!
Watch the video here
ConsEUmer podcast 
Meat war, private hospitals, fake vaccines, new polish taxes – these are some of the topics that Bill discussed with experts from different fields on his weekly podcast. Make sure to follow the podcast not to miss the upcoming episodes.
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The Role of IP rights in preventing Future Pandemics
Senior European Affairs manager, Luca Bertoletti hosted a webinar about the role of IP rights in preventing future pandemics. Our guests Franc Bogovič MEP (Slovenia) and James Tumbridge (Venner Shipley LLP) debated on whether the protection of intellectual property rights actually biased towards the inventor or is needed to guarantee prosperity for all, on ways to incentivize innovation without IP rights, ways to improve EU healthcare, etc. 
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Preparing for the next virus
Fred and Maria report on a recent event that looked at why the EU should focus on maintaining our justifiably high IP standards and abstain from supporting TRIPS waiver to prepare for future pandemics. They argue that based on the lessons from the pandemic, it is paramount that the EU develops a policy framework that fosters innovation as much as possible. 
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Fred made a guest appearance at the Bundestag’s Health Committee meeting!
Our managing director, health economist Fred testified in front of the German Parliament’s Health Committee on why patents on covid vaccine are important
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Michael Bloomberg and WHO- name the worse duo, I’ll wait
Michael Bloomberg is known for his love of taxes, bans, and restrictions, and being World Health Organization’s “Global Ambassador for Noncommunicable Diseases and Injuries, gives him all the tools to expand the nanny state idea globally. Yael argues that WHO is focusing on all the wrong issues and billionaire’s nanny mission should be opposed as it creates problems for public health.
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The fight against the plastic ban continues
Climate activists are pushing the new Biden administration to declare full war on plastic. But David Clement is here to point out that rather than betting the future of our planet on costly and ineffective plastic bans, we should allow innovators and scientists to do their magic and come up with solutions to plastic waste. 
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Best luxury hotels to sit out the global pandemic
The year 2020 was probably one of the worst for the global travel and tourism industry. Unfortunately, 2021 did not bring back travel as we know it: Ongoing travel restrictions, on-arrival quarantines, and dedicated quarantine hotels limit our choice when it comes to travel.We created this index in collaboration with the travel tech company Eddy Travels in order to suggest which luxury hotels are the best to stay in case you are either stuck in one country or who plan to sit out the pandemic in a hotel.
Read the Full Report Here
Save the Date for our Upcoming Webinar on March 3rd
How to safeguard competition in the EU digital market without putting brakes on innovation? How to strike a balance between the Commission’s investigation powers and platforms’ responsibility to not abuse their market position? We aim to bring together distinguished experts in the digital field to answer these and many other questions in order to brainstorm what would be the best way to regulate digital platforms.Here’s the list of our dear speakers-Eglė Markevičiūtė, Ministry of the Economy and Innovation of the Republic of Lithuania, -Kay Jebelli, Computer & Communications Industry Association (CCIA)- Svenja Hahn, MEP -Shane tews From American Enterprise Institute (AEI)As usual, the webinar will be moderated by Luca.
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Thank you for your attention, as you can see it’s been quite a productive month! We have a lot of projects in progress, so make sure to follow our social media to be the first to know about them!

Anna Arunashvili

January 2021

Hello,

The fight for #ConsumerChoice has never been more critical. From harm reduction and cannabis to digital single market, innovation and privacy, while last year we were all trying to stay healthy and care for our loved ones, policymakers and governments used this unfortunate time to slash our freedoms and reduce our choice through bans, prohibitionist measures and restrictions.

I am very excited to share with you what the Consumer Choice team has been up to since December and what we are planning for 2021.
An Overview of 2020
In 2020 we had to fight for consumer choice harder than ever. As a result, we were featured more than 1,400 times in the media, reaching over 17 million people. Wow!

On Social media, our supporters helped us spread the message in all five continents. Our tweets had more than a million impressions, our graphics on Instagram had 250 thousand impressions, and even on LinkedIn our content had over 90 thousand impressions. Finally, our campaigns on Facebook reached more than 35 million consumers. 

We can only thank you for your fantastic support in 2020 and we hope you will stay around in 2021!
Follow the Consumer Choice Center
Targeted Advertising
Targeted advertising is an innovative practice. But if the whims of certain regulators and politicians are realized, it would restrict future online innovation and consumer choice. We can’t let that happen.
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Plastic Bans
Plastic
The city of Philadelphia has officially paused its plastic bag ban, which will now be phased in over the next year and enforced by city officials in April of 2022. While consumer advocates appreciate the delay, the prospect of a bag ban is misguided — and will ultimately do more harm than good, including for the environment.
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Consumer Choice Radio
Consumer Choice Radio
We are very pleased to announce that the Consumer Choice Radio, our weekly Radio show hosted by Yaël Ossowski and David Clement, is expanding to Canada!

The show will continue to hit the waves in Wilmington North Carolina WFBT 106.7FM every Saturday at 10 AM EST. However, now it will also be internationally syndicated and available to our Canadian neighbours airing in Sauga960AM on Thursdays at 1 PM EST.

Happy listening!
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Age Restrictions of Vaping Products
Vape
Our Managing Director Fred Roeder wrote this policy note where he takes a closer look at the debate around age restrictions of vaping products, showing best practices from the vaping sector and other industries, and providing insightful policy suggestions. Make sure to read it and share with your local representative if you support harm reduction.
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CCC promotes Smart Cannabis Regulations at the French National Assembly
On January 13, the CCC’s Yaël Ossowski and Bill Wirtz gave testimony at a committee of the French National Assembly, making the argument for smart cannabis policy when France commits to legalization. The presentations given by both Yaël and Bill highlighted the missed opportunities of Canada’s cannabis policies, recommendations on how to make future regulations consumer-friendly, and the forthcoming regulation of cannabis in Luxembourg.
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COVID-19 in Europe: Is the EU losing the vaccine race?
When it comes to Covid vaccinations, Germany stands accused of buying up extra doses, while other EU countries simply aren’t taking all the doses they’re allowed.

Is the financial muscle of Germany at play here as the country is said to be looking after its own interests at the expense of others?

Our own Fred Roeder joined the Roundtable show at TRT World to discuss COVID19 and vaccines in Europe.
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The role of IP rights in preventing future pandemics
The next pandemic might just be around the corner. Given how many people have suffered and even lost their lives due to COVID-19, and the immense economic toll it already has on  Europeans, we need to do everything we can to foster and not stifle innovation in Europe. What is the role of IP in boosting innovation and consumer choice?
Save the Date
We have a lot of projects this year and we hope you will join us in the fight for more consumer choice! Subscribe to our channels to stay updated and to learn how you can help us.
Fabio Fernandes
Communications Manager

[BR] Advertências sanitárias (63281)

O Consumer Choice Center está contribuindo com recomendações que identificamos em diversos países do mundo sobre Advertências sanitárias na embalagem de produtos fumígenos.

Colaboramos com informações que irão ajudar os consumidores a fazerem as melhores escolhas em seus hábitos em prol de uma sociedade mais saudável, mas ao mesmo tempo que respeite a liberdade de escolha dos consumidores e do livre mercado.

Contribuímos no passado com o Ministério da Saúde do Governo da Dinamarca, com a agência Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido e com a agência reguladora dos Estados Unidos da América (FDA). 

Estamos à disposição para apresentar nossas idéias neste assunto.

Proibição na divulgação e publicidade

No Reino Unido, as evidências científicas existentes apontam para o fato de que a suscetibilidade ao fumo entre os jovens diminuiu após a introdução da proibição da exibição do tabaco em pequenas e grandes lojas. 

Uma diminuição na suscetibilidade ao fumo não significa necessariamente um declínio nas taxas de tabagismo, uma vez que essa diminuição também se correlaciona com uma série de outros fatores, tanto do lado regulatório quanto educacional, bem como inovações como produtos redutores de danos. Um efeito colateral negativo de uma proibição de exibição pode ser que fumar é percebido como um ato sinistro e secreto, o que encoraja certos jovens a pegá-lo. De forma comparável, as substâncias entorpecentes ilícitas também são compradas em grande número por jovens, sem qualquer publicidade ou exibição. Sabemos por meio de evidências em países que legalizaram ou descriminalizaram essas substâncias (particularmente no caso da cannabis) que as taxas de consumo dos jovens se normalizam à medida que o manuseio da substância atinge aceitação social.

Não seria aconselhável que o governo Brasileiro recriasse os maus efeitos colaterais da proibição no caso do tabaco. As evidências científicas apresentadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam para o exemplo da Nova Zelândia, onde a proibição da exibição coincidiu com uma diminuição da prevalência do tabagismo de 9% para 7%. No entanto, correlação não significa causalidade. A medida também tem sobreposição com as medidas regulatórias e educacionais, bem como com inovações, como produtos redutores de danos.

Somando-se a este ponto, também acreditamos que é imprudente para o governo Brasileiro tratar os cigarros eletrônicos e outros produtos de redução de danos da mesma forma que os cigarros de combustão convencionais. Acreditamos que produtos redutores de danos, como cigarros eletrônicos, representam uma forma inovadora de parar de fumar. A abordagem permissiva do Reino Unido aos cigarros eletrônicos mostrou um impacto positivo. De acordo com o NHS, entre 2011 e 2017, o número de fumantes no Reino Unido caiu de 19,8% para 14,9%. Ao mesmo tempo, o número de usuários de cigarros eletrônicos aumentou: quase metade desses consumidores usa cigarros eletrônicos como meio de parar de fumar.

Embora nem todos os líquidos do vaporizador contenham nicotina, a substância química viciante é a principal atração para os fumantes que desejam parar de fumar. Em comparação com outras alternativas, como os adesivos e medicamentos da Terapia de Reposição de Nicotina, a vaporização foi considerada mais eficaz para ajudar os fumantes a parar de fumar. 

Também discordamos da avaliação apresentada na avaliação de impacto que afirma:

“Os consumidores habituais de produtos de tabaco sabem quais produtos e marcas preferem; eles não precisam de lembretes visuais.”

Fora do fato de que tal abordagem paralisa a existência de concorrência leal – particularmente no que se refere a entradas de novos produtos – esta conclusão dificultaria a mudança dos usuários de tabaco convencional para alternativas de redução de danos, uma vez que estariam menos expostos a estes produtos.

Dada a quantidade insuficiente de evidências sobre a questão da eficácia e os riscos claros que o Consumer Choice Center listou em uma resposta sobre o impacto da proibição de exibição, não acreditamos que as medidas constituam uma forma eficaz de proteger crianças e jovens de começar a fumar e apoiar aqueles que desejam parar.

Pacotes padronizados (no label)

Com base na experiência existente no campo das embalagens simples de tabaco, discordamos da implementação de tal medida.

A Austrália foi o primeiro país a introduzir embalagens simples. O governo australiano afirma que foi um sucesso, mas um estudo de 2016 da Universidade RMIT de Melbourne descreveu a política como um fracasso total. Ele mostrou que a avaliação do governo sobre a política era tendenciosa e falhou em representar com precisão os dados que coletou e foi realizada pelos mesmos grupos de defesa que haviam convocado a política em primeiro lugar. As taxas de tabagismo realmente diminuíram na Austrália desde que a política de embalagem comum foi introduzida em 2012. Mas estavam já caindo antes disso. Na verdade, o declínio na taxa de fumantes diminuiu desde que as embalagens comuns chegaram. As embalagens lisas foram introduzidas ao mesmo tempo que os altos aumentos de impostos sobre produtos de tabaco, mas nenhum dos dois parece ter causado um grande impacto nas taxas de fumantes.

Então, por que a embalagem simples teve tão pouco efeito? Talvez porque um dos poucos beneficiários da apólice pareça ser os falsificadores. Como os maços comuns são mais fáceis de copiar do que as alternativas de marca, o comércio de cigarros ilícitos está prosperando. Na Austrália, de 2012 a 2017, a proporção de cigarros vendidos ilegalmente aumentou de 12 por cento para 17 por cento. É difícil dizer se as embalagens simples ou os aumentos de impostos são os maiores responsáveis ​​por esse aumento. Mas é certo que embalagens lisas facilitam o trabalho de quem vende cigarros ilegais e mais baratos para consumidores de baixa renda. Em 2018, o governo australiano prometeu reprimir a economia paralela e o comércio de tabaco ilícito era seu maior alvo.

É uma história semelhante na França, que introduziu a embalagem comum em janeiro de 2017. Nos primeiros seis meses da apólice, houve um ligeiro aumento nas vendas de cigarros de 0,9 por cento, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Além disso, as vendas de tabaco de enrolar aumentaram 3,6 por cento nos primeiros três meses de 2017, mesmo após a introdução de um novo imposto sobre o produto. O governo francês planeja aumentar o preço dos cigarros para € 10 por maço em três anos. Mas, mais uma vez, mesmo que isso consiga diminuir as vendas nas tabacarias locais, aumentará a probabilidade dos consumidores mudarem para cigarros ilícitos. De acordo com as estimativas atuais, um terço dos cigarros já são vendidos no mercado negro da França.

Nossos relatórios:

[BR] Regularização de produtos fumígenos (63283)

O Consumer Choice Center está contribuindo com recomendações que identificamos em diversos países do mundo sobre Regularização de produtos fumígenos, em particular, produtos de redução de danos à saúde como os vaporizadores.

Colaboramos com informações que irão ajudar os consumidores a fazerem as melhores escolhas em seus hábitos em prol de uma sociedade mais saudável, mas ao mesmo tempo que respeite a liberdade de escolha dos consumidores e do livre mercado.

Contribuímos no passado com o Ministério da Saúde do Governo da Dinamarca, com a Agência Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido e com a agência reguladora dos Estados Unidos da América (FDA). 

Vaporização (Vaping):

Quando se trata de políticas de vaporização, é importante ter em mente que a vaporização foi inventada como uma alternativa mais segura ao fumo convencional e, portanto, seu principal público-alvo são os consumidores de tabaco. Existem muitas variáveis ​​que contribuem para as taxas de tabagismo entre os jovens, e muitos estudos recentes que concluíram que a vaporização é uma porta de entrada para o fumo não levaram isso em consideração. Por exemplo, um estudo descobriu que adolescentes que estavam menos satisfeitos com sua vida, em geral, eram mais propensos a buscar experiências arriscadas e têm uma tendência maior de usar substâncias ilícitas regularmente. Os legisladores devem, portanto, se concentrar na solução de questões como comércio ilícito e saúde mental e garantir que as restrições de idade sejam cumpridas. 

O principal órgão de saúde do Reino Unido, Public Health England, disse repetidamente que fumar e fumar são 95% menos nocivos do que fumar. A mesma conclusão foi tirada pelo Ministério da Saúde da Nova Zelândia e Ministério da Saúde do Canadá, que lançou iniciativas públicas implorando que os fumantes voltem a usar vaporizadores.

Sabores e Vaporizadores:

Os sabores desempenham um papel fundamental em ajudar os fumantes a parar de fumar. A legislação sobre sabores vaporizados deve levar este fato em consideração. Um estudo publicado no New England Journal of Medicine em 2019 (https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa1808779) designou participantes em grupos de cigarros eletrônicos e de reposição de nicotina e descobriu que a vaporização era duas vezes mais eficaz do que produtos de reposição de nicotina para ajudar os fumantes a parar de fumar. Crucialmente, os participantes do grupo de cigarros eletrônicos foram incentivados a fazer experiências com líquidos eletrônicos de diferentes dosagens e sabores. Entre os participantes do estudo que não pararam totalmente de fumar, os do grupo do cigarro eletrônico tinham maior probabilidade de reduzir a ingestão de fumo do que os do grupo da reposição de nicotina. Resultados da pesquisa do Um estudo de pesquisa longitudinal da Escola de Saúde Pública de Yale descobriu que “em relação aos sabores de dos produtos vaping (vaporizadores/cigarros eletrônicos), não foi associado ao aumento da iniciação do tabagismo pelos jovens, mas foi associado a um aumento nas chances de cessação do tabagismo adulto”.

Riscos à Saúde:

Nicotina, também encontrada em cigarros eletrônicos e usada na terapia de reposição de nicotina convencional, não aumenta o risco de doenças graves (ataque cardíaco, derrame) ou mortalidade. O Serviço Nacional de Saúde Britânico mantém a seguinte visão: “Embora a nicotina seja a substância que vicia nos cigarros, ela é relativamente inofensiva. Quase todos os malefícios do fumo vêm dos milhares de outros produtos químicos presentes na fumaça do tabaco, muitos dos quais são tóxicos.

Uma análise mais detalhada do resultado da pesquisa mostra que apenas 2,1% dos não fumantes indivíduos pesquisados ​​usavam cigarros eletrônicos com frequência. A Ação sobre Tabagismo e Saúde (ASH) UK relata descobertas semelhantes e afirma que as taxas de tabagismo entre os jovens estão em níveis mais baixos e o uso de cigarros eletrônicos pelos jovens é raro, e a maioria dos usuários são fumantes ou ex-fumantes. 

Public Health England estabeleceu já em 2015 que a vaporização é 95% menos prejudicial – e confirmou em 2020 que a vaporização tem uma pequena fração dos riscos do tabagismo. A mesma conclusão foi tirada peloda Ministério da SaúdeNova Zelândia e Saúde do Canadá, que lançou iniciativas públicas implorando que os fumantes voltem a usar cigarros eletronicos (vaporizadores/vaping). Vaping foi endossado por Joachim Schüz, chefe de meio ambiente e radiação da agência de pesquisa do câncer da OMS, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, durante seu discurso no Comitê do Meio Ambiente, Saúde Pública e Segurança Alimentar do Parlamento Europeu em fevereiro de 2020. Em sua opinião, os cigarros eletrônicos “não são tão prejudiciais” quanto os cigarros de tabaco e podem ajudar os fumantes pesados ​​a parar de fumar.    

Adultos que usam vaping e e-cigarros como um meio para parar de fumar estão melhorando muito suas chances de vida longa, saudável e uma vida produtiva porque escolhendo vaping eles têm a oportunidade de mudar e parar de fumar. Um estudo descobriu que o aumento no uso de cigarros eletrônicos entre os fumantes adultos nos Estados Unidos foi associado a um aumento estatisticamente significativo na taxa de cessação do tabagismo em nível populacional. Outro estudo, conduzido pelo professor Peter Hajek da Queen Mary University de Londres, descobriu que os produtos a vapor são quase duas vezes mais eficazes para parar de fumar do que a terapia de reposição de nicotina. 

Ninguém argumenta que não existem riscos para a saúde. No entanto, os riscos associados à vaporização devem ser comparados com aqueles relacionados ao fumo convencional. Também está estabelecido que  o risco de câncer devido aos cigarros eletrônicos em comparação com o fumo é inferior a meio por cento. Portanto, a vaporização é uma ferramenta importante para melhorar a saúde pública.

Vaporização e Menores de Idade:

A principal motivação por trás das proibições de sabores proposta é proteger os menores, que são supostamente atraídos pela miríade de sabores do vapor. Mas considerando que todos os menores que usam esses produtos os estão adquirindo fora do mercado legal, é claro que o impacto mais imediato será sobre os vapers adultos responsáveis ​​que preferem esses sabores. 

O último CDC nos números dos EUA mostra que 20,8% dos alunos do ensino médio vaporizaram pelo menos uma vez nos últimos 30 dias. Mas quase metade desses estavam vaporizando cannabis em vez de nicotina, geralmente produtos adquiridos ilegalmente.

Conforme já mencionado, apenas 2,1% dos não fumantes indivíduos pesquisados ​​usavam cigarros eletrônicos com frequência. Os dados da Action on Smoking and Health (ASH) UK relatam descobertas semelhantes e afirmam que as taxas de tabagismo entre os jovens estão em níveis mais baixos e o uso de cigarros eletrônicos pelos jovens é raro e a maioria dos usuários são fumantes atuais ou ex-fumantes. 

Concordamos com o relatório de que limites de idade e restrições de compra para adolescentes são necessários. Os menores não devem ser autorizados a comprar produtos de vaporização, por isso é importante criar e manter as condições sob as quais não haja incentivos para que procurem cigarros eletrônicos em outro lugar. Os regulamentos de vaporização devem ser inteligentes e garantir que as restrições de idade necessárias sejam implementadas. Reduzir as atividades do mercado negro e o comércio ilícito são vitais para reduzir a vaporização por menores. No entanto, a recomendação de proibir os sabores causará mais danos do que quaisquer benefícios. A proibição dos sabores teria um efeito profundamente negativo na sociedade, empurrando os fumantes de volta aos cigarros ou ao mercado negro, o que já aconteceu, por exemplo, em alguns estados dos Estados Unidos que implementaram tais proibições, como mostra este relatório.

Conclusão:

Para desenvolver uma estrutura de vaporização coerente, não é suficiente olhar para um lado da moeda. Como foi mencionado, há uma evidência científica esmagadora provando que [1] “Os cigarros eletrônicos foram mais eficazes para parar de fumar do que a terapia de reposição de nicotina” e [2] que “O aumento substancial no uso de cigarros eletrônicos entre os fumantes adultos nos EUA foi associado a um aumento estatisticamente significativo na taxa de cessação do tabagismo no nível da população. ”

Além disso, uma revisão sistemática recente da Cochrane de mais de 50 estudos e mais de 12.000 participantes descobriu que os cigarros eletrônicos com nicotina podem ajudar mais pessoas a parar de fumar do que a terapia tradicional de reposição de nicotina (como gomas ou adesivos) ou cigarros eletrônicos sem nicotina .

[1] – https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/add.14656 

[2] – https://www.bmj.com/content/358/bmj.j3262 

Concordamos absolutamente que os cigarros eletrônicos não são isentos de riscos. No entanto, vemos como uma característica principal que falta neste parecer preliminar uma comparação em termos do nível de dano exibido pelos cigarros eletrônicos em comparação com os cigarros tradicionais. Há fortes evidências de vários estudos de que os cigarros eletrônicos são em grande medida menos prejudiciais do que os cigarros tradicionais. 

Os sabores desempenham um papel fundamental para ajudar os fumantes a parar. A legislação sobre sabores vaporizados deve levar este fato em consideração. Resultados da pesquisa do Um estudo de pesquisa longitudinal da Escola de Saúde Pública de Yale descobriu que “em relação aos sabores de tabaco vaping, vaping cigarros eletrônicos sem sabor de tabaco não foi associado ao aumento da iniciação do tabagismo pelos jovens, mas foi associado a um aumento nas chances de cessação do tabagismo adulto”.

Um estudo da Escola de Saúde Pública de Yale descobriu que os sabores frutados e doces têm duas vezes mais chances de ajudar os fumantes a parar de fumar.

A alegação de que os não fumantes seriam introduzidos em massa ao tabagismo devido à vaporização parece não ser apoiada pelos dados do mais recente relatório da Action on Smoking and Health (ASH) do Reino Unido. Afirma que “apenas 0,3% dos nunca fumantes são vapers atuais (correspondendo a 2,9% dos vapers), ante 0,8% em 2019”.

Um estudo conduzido pela University College London em 2019 analisou dados de mais de 50.000 fumantes de 2006 a 2017 e descobriu que o uso de cigarros eletrônicos para parar de fumar estava positivamente associado às taxas de sucesso de abandono, com cada 1 por cento de aumento no uso de e -cigs associados a um aumento de 0,06% na taxa de sucesso de abandono.

Uma revisão de evidências da Public Health England descobriu que “os cigarros eletrônicos podem estar contribuindo para pelo menos 20.000 novas tentativas de abandono bem-sucedidas por ano e possivelmente muito mais, o uso de cigarros eletrônicos está associado a taxas de sucesso de abandono melhores no último ano e uma queda acelerada no taxas de tabagismo em todo o país, muitos milhares de fumantes acreditam incorretamente que vaping é tão prejudicial quanto fumar; cerca de 40% dos fumantes nem sequer experimentou um cigarro eletrônico.

Além disso, a Federação Francesa sobre Dependências (FFA) publicou um relatório oficial reconhecendo que os cigarros eletrônicos são “uma ferramenta complementar na redução de riscos que permitiu a um grande número de fumantes reduzir significativamente os efeitos negativos do tabaco”. 

Outra revisão sistemática e metanálises avaliou os achados de seis estudos, envolvendo 7.551 participantes, que relataram a cessação do tabagismo após o uso de e-cigarros constataram que o uso de e-cigarros está associado à cessação e redução do tabagismo. 

Para adicionar a este ponto, um estudo financiado pelo Cancer Research UK pela University College London (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31117151/), no Reino Unido, descobriu que os usuários de produtos a vapor têm 95% mais chances de ter sucesso em parar de fumar do que aqueles que não usam produtos a vapor. 

Com base em dados longitudinais robustos sobre a cessação, existem estudos nesse sentido que a European Heart Network não teve em consideração. De acordo com um estudo longitudinal que avaliou o comportamento de 844 usuários de cigarros eletrônicos ao longo de 12 meses, a conclusão foi que “os cigarros eletrônicos podem contribuir para a prevenção de recaídas em ex-fumantes e a cessação do tabagismo em fumantes atuais”.

Twitter Ban shows that the free market works

Big tech’s conservative purge will lead to stricter regulations.

Earlier this month, Twitter banned the personal account of Donald J. Trump (@realdonaldtrump) and at the same time limited the official White House account, leaving the President of the United States unable to directly communicate with the nation and its voters on the platform. 

For many conservatives, the move to ban Trump from Twitter after the Capitol riots on January 7, was an assault on freedom of speech and since then, many leaders around the world have also condemned how Twitter handled the situation. 

German Chancellor Angela Merkel was critical of Twitter for blocking President Donald Trump’s account, considering the ban a threat to free speech. The European commissioner Thierry Breton saw Twitter’s decision as a total break from the past, calling it “the 9/11 moment of social media” in an op-ed published by Politico. Acting Australian Prime Minister Michael McCormack said blocking Trump amounts to censorship. And the French Junior Minister for European Union Affairs Clement Beaune said to Bloomberg that “This should be decided by citizens, not by a CEO.”

Other social media platforms such as Facebook, Instagram, Snapchat, TikTok, and YouTube followed Twitter’s lead and now Trump is banned from virtually every major platform out there, mostly indefinitely. Those who approve of Twitter’s ban of Donald Trump and the purge of thousands of conservative accounts on the platform, like to invoke the mantra that if conservatives think they have been “shut down”, they should also find comfort in the fact that the free market will provide an alternative and competition. However, it’s not that simple.

Social media platforms enjoy a great privilege that not many other companies or sectors do. They make their own rules under their Terms of Service and have total control of their platforms. This extreme power makes it hard for users and companies who feel that they have been unfairly treated to have a diligent due process review of their claims. With nowhere to go to have their voices heard, one last line of defence still stands and stronger than ever: the market.

After the ban of Donald Trump’s accounts, which had over 80 million followers on Twitter, some consumers started to ditch the social media platforms and services that they believe were censoring and targeting conservative speech. Many well known political accounts, such as James Woods reportedly lost over 7 thousand followers in 48 hours and the Heritage Foundation, a conservative think tank, lost 45,000 followers. Even more centrist political accounts as Dave Rubin reported a drop of over 35 thousand followers on Twitter. Republican lawmakers also lost thousands of followers. According to USA Today, about 42% of the accounts – 213 – had fewer followers on Jan. 13 than they did on Jan. 6. The vast majority of those accounts –200 – belonged to Republicans. As a result, the next week, Twitter stocks plummeted more than 10%. Facebook fell 4% to $256.84, Alphabet stock was down 2.2% to $1,766.72, and Amazon stock dropped 2.2%, to $3,114.21.

The market reacted this way because large tech companies are alienating users by directly excluding accounts and because people are simply leaving the platforms all together for alternatives such as Gab and RumbleParler was a popular alternative for Twitter but was wiped off the internet last week after both Apple and Google remove the app from their stores and Amazon decided not to host the website on their AWS servers. 

Most of today’s social media platforms are free because they collect data about their users every day, from location to website searches, even fingerprinting all your devices. Those pieces of information are sold to advertisers who cater to your interests.  As we have written, this practice is both innovative and helps support the social media networks we use. However, the business model is not sustainable if tech companies are not able to gather updated information about their users, or worse, if the consumers the advertisers are looking to reach are not on their platforms anymore. 

Twitter CEO Jack Dorsey, whose company’s share plumed the most this week, seems to have realized this the hard way. His strategy may have backlashed as now, millions of conservative consumers are out on the internet, without a home, and desperately looking for a new place to be heard and speak freely. He acknowledged last week that banning Trump from Twitter “sets a precedent I feel is dangerous: the power an individual or corporation has over a part of the global public conversation.”

Tech companies should be aware that even though they enjoy a privileged position now, this might not last for long. The European Commission, for example, has introduced two proposals that would place more restraints on digital giants. The first, is the Digital Markets Act, the centerpiece of Europe’s digital plans aimed at boosting online competition in a world dominated by Silicon Valley. The second is the Digital Services Act aimed to limit the spread of illegal content and goods online, making online platforms responsible for the spread of such content. Other countries might also try to regulate digital services in a way that would be prejudicial to tech companies and most importantly, to consumer choice. Poland, for instance, plans to make censoring of social media accounts illegal: “algorithms or the owners of corporate giants should not decide which views are right and which are not,” wrote the prime minister, Mateusz Morawiecki on Facebook last week.

For now, a free market is still the most powerful way in which consumers can have a voice and make their choices clear. This might change in the future, but it’s comforting to know that even when governments fail, consumers and private companies can count on the power of supply and demand. And if you ask me, I wouldn’t change it for anything else.

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Originally published here.

The EU-Mercosur Agreement is an opportunity, not a threat

This agreement provides the tools to oppose China in the region…

The agreement between the European Union and Mercosur is being called into question – under false pretexts. It is time to realise what is really at stake.

The trade agreement between the European Union (EU) and Mercosur (an economic community comprising several South American countries) is criticised – or even practically dead to some. This was France’s intention from the outset: more protectionism, less free trade.

It all started with the fires in the Amazon, in Brazil. According to the forest and environmental expert Emmanuel Macron:

“Our house is burning. Literally. The Amazon, the lung of our planet that produces 20% of our oxygen, is on fire. It is an international crisis. Members of the G7, meet in two days’ time to talk about this emergency. #ActForTheAmazon”

With such calls, the right thing to do is to put things into perspective. We know that the number of fires in Brazil this year is higher than last year, but it is also about the same as in 2016 and lower than in 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2010 and 2012.

Although the number of fires in 2019 is indeed 80% higher than in 2018 – a figure that has been widely reported recently – it is only 7% higher than the average for the last ten years. Moreover, most of the fires are currently occurring on already deforested land in the Amazon.

The popular myth is that the Amazon is “the lung of the Earth”, producing “20% of the world’s oxygen”. At least that’s what Emmanuel Macron’s tweet says. In reality, both are inaccurate… and not just because your lungs don’t produce oxygen. Yet this figure will continue to circulate as long as there are reports to be delivered; the Associated Press agency itself has propagated it – it had to withdraw it afterwards.

According to the Scientific American :

“In fact, almost all of the Earth’s breathable oxygen comes from the oceans, and there is enough to last for millions of years. There are many reasons to be appalled by this year’s Amazon fires, but depleting the Earth’s oxygen supply is not one of them.”

So no, you won’t suffocate because of the fires in the Amazon.

Ireland and France are nevertheless proposing to terminate the agreement with Mercosur for environmental reasons. Unfortunately for them, no environmentalist pretext can hide their real motives: to defend the protectionist interests of Irish and French farmers, who have complained about increased competition from countries like Argentina.

This agreement is of great geopolitical importance; it is a vital sign against protectionism. If ratified, this agreement with Mercosur would establish the largest free trade area that the EU has ever created, covering a population of over 780 million inhabitants, and would consolidate the close political, economic and cultural links between the two areas.

The agreement eliminates tariffs on 93% of exports to the EU and grants ‘preferential treatment’ to the remaining 7%. In addition, it will eventually eliminate customs duties on 91% of the goods that EU companies export to Mercosur. The number of formal complaints to the WTO in 2018 was 122% higher than in 2009. In 2018, the EU was the second biggest defender of WTO complaints, almost twice as many as China.

Then there’s the importance of China.

This country is not mentioned at random. It is crucial to understand the Chinese influence in South America. Since 2005, the China Development Bank and the China Export-Import Bank have granted more than $141bn in loans to countries and companies belonging to Latin American and Caribbean states.

In Latin America and elsewhere in the world, Chinese loans are seen as both profit-seeking and a form of diplomacy. The Development Bank focuses on eight areas: electricity, road construction, railways, oil, coal, telecommunications, agriculture and public services. With this agreement, it becomes possible to counter Chinese influence. France and Ireland must stop opposing it and work on a joint agreement in Europe.

Giving consumers more choice, guaranteeing more free trade for producers on both sides and defending geopolitical interests through trade policy: all this should be obvious. Unfortunately, it seems that nothing is obvious anymore, at least for the current political class.

Originally published here.

[UK] ADVANCING OUR HEALTH: PREVENTION IN THE 2020s

What ideas should the government consider to raise funds for helping people stop smoking?

We believe that innovate harm-reducing alternatives can not only help people reduce harmful exposure, and even help them quit smoking regular tobacco, but also achieve that goal without the need for government funds. 

The UK’s permissive approach to e-cigarettes has shown a positive impact. According to the NHS, between 2011 and 2017, the number of UK smokers fell from 19.8% to 14.9%. At the same time, the number of e-cigarette users rose: almost half of these consumers use e-cigarettes as a means of quitting smoking. Public Health England has confirmed that e-cigarettes are 95% safer than conventional cigarettes. Therefore, consumers should be afforded the choice of vaping. 

We also do not believe that an aggressive approach to the matter will help with smoking cessation. Strict anti-tobacco measures have shown to be regressive, and tend to push and seal consumers in the black market for a long time. Smoking cessation is a difficult task, that can be achieved through harm reducing alternatives, such as e-cigarettes, heat-not-burn products, or snus (which is illegal in the European Union, except for Sweden). 

How can we do more to support mothers to breastfeed?

While breastfeeding is commendable, as it might advance the physical well-being of the child, it should be noted that not all mothers are able to provide the necessary quantity. This can lead to dehydration of the infant, leading to serious medical conditions. For those mothers, infant formula is a necessary alternative. We therefore support the continued zero-rating for VAT on baby milk.

Furthermore, the CCC supports the continuation of the Equality Act 2010, which allows mothers to breastfeed in all public places.

However, breastfeeding remains an individual choice of the mother, and can and should not be imposed. This is an intimate choice to be made by a mother, in which law-makers should not have a say.

How can we better support families with children aged 0 to 5 years to eat well?

It remains a continuous challenge to improve the nutrition of young children. This responsibility lies with the parents, you serve the function of caretakers and educators. In the age range of 0 to 5, this responsibility is most pronounced, and should be taken seriously. The Consumer Choice Center believes that parents have a moral obligation to inform themselves about healthy nutrition for their children. However, the reversal of the food pyramid has shown that institutionalised nutritional guidance can lead to adverse effects. The Harvard School of Public Health has pointed out that the food pyramid “conveyed the wrong dietary advice”. It also says: “With an overstuffed breadbasket as its base, the Food Guide Pyramid failed to show that whole wheat, brown rice, and other whole grains are healthier than refined grains.” The CCC is therefore sceptical about the idea of government-advised diets for children.

The obligation of parents to make informed choices about the nutrition of their children does not end at the age of 5. Quite on the contrary, as children get to the age of being able to be active in sports, they need to be encouraged to do so.

In October last year, Public Health England indicated that more than 37 percent of 10 and 11 year-olds in London are overweight or obese. It is often mistakenly argued, for this age, that this is caused by high energy intake, but the obesity rates are dependent on the physical activity, which according to Public Health England has decreased by 24 per cent since the 1960s. Daily calorie intake in the UK is also decreasing each decade.

Furthermore, the government should look towards relieving regulatory measures that increase the price of healthy foods.

How else can we help people reach and stay at a healthier weight?

It is often mistakenly argued that the obesity crisis is caused by high energy intake, but the obesity rates are dependent on the physical activity, which according to Public Health England has decreased by 24 per cent since the 1960s. Daily calorie intake in the UK is also decreasing each decade.

Physical activity is therefore paramount. Local government should foster and encourage the creation of outdoor fitness places, and facilitate the creation of interesting and safe public walkways, which can be used for physical exercise. The CCC also believes that community sports programmes should be a part of the government strategy on tackling obesity.

Have you got examples or ideas that would help people to do more strength and balance exercises?

Physical activity is paramount. Local government should foster and encourage the creation of outdoor fitness places, and facilitate the creation of interesting and safe public walkways, which can be used for physical exercise. The CCC also believes that community sports programmes should be a part of the government strategy on tackling obesity.

What are the top 3 things you’d like to see covered in a future strategy on sexual and reproductive health?

As of now, the UK applies a VAT rate of 5% on condoms. The Consumer Choice Center supports an exemption of these products from VAT. Condoms are not luxury sanitary products — they are essentially for advancing sexual and reproductive health, and guarantees the choice of consumers.

Sindicato quer que Ford reverta demissões

Automóveis.Foto: divulgação

O Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região (Sindmetau) quer que a Ford reveja a decisão de fechar as fábricas no Brasil e mantenha os empregos. Segundo o presidente do Sindicato, Claudio Batista, os trabalhadores foram “pegos de surpresa” com a decisão anunciada ontem.

“O sindicato vai fazer toda luta necessária para tentar reverter essa situação”, disse Batista. De acordo com ele, os 830 funcionários da fábrica em Taubaté tinham estabilidade no emprego até o fim de 2021, devido a um acordo de redução de jornada e salários feito no ano passado, em razão da Cvid-19. A unidade da montadora na cidade está há 53 anos de atividade.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) evitou comentar diretamente as razões e os impactos do fechamento das fábricas no Brasil.

“A Anfavea não vai comentar sobre o tema. Trata-se de uma decisão estratégica global de uma das nossas associadas. Respeitamos e lamentamos”, disse a entidade em nota.

No entanto, a associação comentou que os custos de produção têm afetado as montadoras no país. “Isso corrobora o que a entidade vem alertando há mais de um ano, sobre a ociosidade da indústria (local e global) e a falta de medidas que reduzam o Custo Brasil”.

Já a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) insiste que a alta carga tributária é um dos fatores que dificulta a manutenção da produção industrial no país. “A Fiesp tem alertado sobre a necessidade de se implementar uma agenda que reduza o Custo Brasil, melhore o ambiente de negócios e aumente a competitividade dos produtos brasileiros. Isso não é apenas discurso. É a realidade enfrentada pelas empresas”, disse, em nota, a federação.

Para Fabio Fernandes, diretor global de Relações Institucionais e Governamentais da entidade de defesa do consumidor Consumer Choice Center, apesar da decisão da Ford de fechar suas fábricas no Brasil impactar os consumidores, não há razão para desespero.

“O fechamento das fábricas da Ford no Brasil segue uma tendência mundial de queda na venda de veículos que foi drasticamente acentuada em 2020 em decorrência da pandemia. O setor automotivo enfrentou uma série de transformações tecnológicas nos últimos anos, e os consumidores estão mais exigentes e conscientes dessas mudanças, o que tem obrigado as empresas tradicionais a reestruturarem os seus negócios. O problema, é que os ciclos de produtos na indústria automotiva são, de pelo menos, cinco anos, e as mudanças estão acontecendo mais rápido do que a capacidade das empresas de acompanhar”, disse Fernandes.

“Os consumidores brasileiros não têm nada com que se preocupar no médio prazo. Os proprietários dos modelos que serão descontinuados, terão acesso a manutenção, peças e mais importante à garantia. O fabricante é obrigado a manter a oferta de peças de reposição mesmo com o fim da produção dos modelos por um prazo razoável, e acreditamos que esse tempo seja de, pelo menos, mais 15 anos”.

“Além do mais, o anúncio da Ford é para o fechamento das fábricas no Brasil e não para as concessionárias. A marca continuará a vender carros no país e inclusive anunciou novos modelos que chegarão ao mercado. O consumidor no final terá acesso à um produto mais internacional”.

Originally published here.

November 2020

*|MC:SUBJECT|*

It’s November, time to be thankful!


Hi there *|FNAME|*,

Hunkered down, quarantined, or super productive in home office, I hope you’re receiving this newsletter with some measure of delight!

For our team, we’re used to being on the road at this time: testifying before some government committee, meeting new partners and allies, or presenting our research to a group of journalists at a press conference. But alas…


Here are some of the latest and greatest from my colleagues at Consumer Choice Center. We’re thankful for you, your attention, and your belief in our mission.

U.S Elections

The US elections are (finally) (somewhat) over but our struggle for smarter consumer policies is far from done. While the role of social media played a crucial part in the election and was highly debated, I penned an article making the case for how NOT to respond to actions social networks must take to safeguard information.

I called it “How Not to Respond to Alarming Social Media Censorship” — does that catch your attention? 

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Election Analysis on Consumer Choice Radio on Big Talker 106.7FM

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Me on ANews to discuss Elections aftermath

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Agriculture

Not to be outdone, Fred spoke at the annual meeting of Euroseeds on why consumers deserve to have access to modern agriculture and new breeding techniques such as Gene Editing. You can catch a clip of that speech here.

And always quick with the wit, our colleague Bill Wirtz slammed the EU’s “Farm-to-Fork” strategy, calling it “too much of a political utopia”. Ouch.

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How to feed 11 billion people?

You can also find Fred’s piece on how to feed 11 billion people by 2070 in the Parliament Magazine

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More Webinars!

Our last webinar on Illicit Trade had over 2,000 viewers — w00t!

Our next webinar will be on November 19th with MEP Liesje Schreinemacher, discussing market place safety in the European Union. Head on over to YouTube to click the “reminder” button when it goes live!

WATCH LIVE HERE

Illicit Trade

Though she can’t travel outside of Europe at the moment, Maria wrote in an article in far-off South Asia in the Sunday Daily Malaysia on how to fight black markets and on Euractiv on the same topic.

Canadian Plastics Ban Would Be A Travesty

And this newsletter wouldn’t be complete without a little bit of our own David Clement, this time in the Toronto Sun newspaper articulating why Prime Minister Trudeau should steer clear of banning plastic — especially in the midst of a pandemic when plastic has become vital to fighting the virus!

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How vaping is a gateway out of smoking?

Just to pique your interest a bit more, Maria partnered up with Michael Landl of the World Vapers Alliance to write this study on how vaping is a gateway out of smoking. Several media outlets across the world picked up their paper and we expect to see a lot more action in the coming weeks.

They call it the “Vaping and the Gateway Myth” — LOVE it!

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Why the VAT on medicines should be reduced

Bill made the case in English, German, and Indonesian media outlets why the VAT on medicines should be reduced to 0%. It’s vital for patients who need access to life-saving drugs.

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Europe Digital Market

Our colleague Maria isn’t done — she wrote an article on why Europe needs to reform its Digital Markets and had it published in Parliament Magazine. You WON’T want to miss.

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Legal Reform

Oh yes, and I figured I wouldn’t let you go without a final article on LEGAL REFORM, this time on the public nuisance cases that are bloating our courts and costing consumers. It was featured in the Miami Herald in the days after the election — you’ll even see that some of my predictions came true!

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Thank you for your attention, Happy Fall, and hope to see you again soon!

Yaël Ossowski
Deputy Director
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