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Author: Fabio

Consumer group says TRIPS deal sets a dangerous precedent for the future of prosperity

GEVENA, Switzerland — Last night, the World Trade Organisation (WTO) agreed to waive patents on COVID-19 vaccines, known as the Trade-Related Aspects of Intellectual Property Rights (TRIPS) flexibility. The historic decision had been in the making for over two years, with developing countries putting enormous pressure on the WTO and its members to strike a deal. The United Kingdom, once fervently opposed to the TRIPS waiver, was among the last countries to drop its opposition.

Under the agreed deal, third-party suppliers will be allowed to produce COVID-19 vaccines without seeking the consent of the patent owner.

In response, the Consumer Choice Center (CCC), a global consumer advocacy group, criticised the deal, stressing that the TRIPS flexibility represented a significant blow to the future of innovation and prosperity globally. The TRIPS waiver threatens the safety of consumers in the developing world, as vaccines will likely be produced without any respect for the high standards, set by patent owners. 

“There is a sense that some countries and people at the WTO put the deal on TRIPS at the core of their legacy. Instead of bettering the world and increasing COVID-19 protection, the move will be remembered as a grave mistake that threw our prosperity under the bus. We must do everything we can to prevent further waivers,” said Fred Roeder, managing director at the Consumer Choice Center.

Maria Chaplia, research manager at the Consumer Choice Center, said: “While the TRIPS waiver seems like a quick fix, the consequences of such a move will be dire. We have too many challenges ahead of us, and millions in Europe and beyond still await life-saving Alzheimer’s, Cystic Fibrosis, Diabetes, or HIV/AIDS treatment. The risk of more patent waivers being introduced in the future reduces the incentive to innovate across the board.”

“There is no guarantee that generic vaccines will increase the vaccination rates in developing countries, considering high rates of vaccine hesitancy in Africa, Malaysia, Myanmar, Philippines, Thailand, and Vietnam, to name a few. Trading the future of the planet and next generations for a few million unsafe vaccines, which people in developing countries might refuse to take, doesn’t seem like a fair calculus,” concluded Chaplia.

***CCC Research Manager Maria Chaplia is available to speak with accredited media on consumer regulations and consumer choice issues. Please send media inquiries to maria@consumerchoicecenter.org***

The CCC represents consumers in over 100 countries across the globe. We closely monitor regulatory trends in Ottawa, Washington, Brussels, Geneva and other hotspots of regulation and inform and activate consumers to fight for #ConsumerChoice. Learn more at consumerchoicecenter.org.

Parlamento Europeu envia nova carta aí congresso reforçando preocupação com propriedade intelectual

O Parlamento Europeu enviou, nesta segunda-feira (14), uma nova carta aos Presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL), e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM/MG), pedindo a manutenção do veto nº 48/2021, que trata da quebra de patentes de vacinas e remédios. Esta é a segunda vez que os membros do Parlamento entram em contato com os presidentes do Congresso expressando suas preocupações com o futuro da inovação no Brasil.

Em setembro de 2021, quando o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), assinou a lei que quebra temporariamente patentes de vacinas e medicamentos em situações de emergência, os membros enviaram a Lira e Pacheco uma primeira carta pedindo a manutenção do veto. Porém, como as Casas ainda não decidiram sobre o tema, o Parlamento se mobilizou novamente, em apelo.

A carta foi assinada por 10 membros do Parlamento Europeu, pertencentes a diferentes grupos políticos e países. A iniciativa dos europeus contou com o apoio do grupo internacional de defesa dos consumidores, Consumer Choice Center (CCC), e da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM).

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Autoteste para covid-19: organização dos consumidores defende ampliar o número de estabelecimentos autorizados

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou ontem a liberação de autotestes de covid-19 no Brasil. Será permitida a comercialização por farmácias e estabelecimentos de saúde licenciados para vender o dispositivo médico para diagnóstico in vitro.

Para Fábio Fernandes, diretor global de comunicação da associação de consumidores Consumer Choice Center, a aprovação dos autotestes é um passo importante para dar mais liberdade e opções aos consumidores na prevenção e tratamento precoce dos sintomas da covid-19:

“O fácil acesso à autotestes se provou uma arma importante na luta contra a covid-19. Há alguns meses que consumidores nos Estados Unidos e Europa já tem acesso à autotestes, a preços acessíveis, o que garante detectar de forma precoce o vírus com uma taxa alta de afiabilidade, quebrando a cadeia de transmissão. Este tipo de teste, em um país com as dimensões do Brasil, onde em áreas mais remotas outros tipos de teste tem mais dificuldade de chegar, fará a diferença em finalmente sairmos da pandemia”

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Inclusion of Nuclear Energy in the EU’s Taxonomy of Sustainable Finance

Dear Mr Dombrovskis, Ms Simson and Ms Mc Guinness,

As Members of the European Parliament, we have been following closely the ongoing work on the EU’s Taxonomy of Sustainable Finance. We have taken note of the decision of 20th October to delay the proposal on how to classify nuclear power under said Taxonomy.

Considering that the Council’s position for COP26 of 6th October stressed the extreme urgency to step up the global response to the climate emergency, and that the current soaring energy prices threaten the European post-pandemic recovery, we are writing to you to express our full support to the inclusion of Nuclear Energy in the EU’s Taxonomy of Sustainable Finance.

Above all, because nuclear will help the EU achieve its decarbonisation targets. In fact, nuclear is a low-carbon source of energy, thus enabling a decarbonised electricity grid. In addition, nuclear can support decarbonised heat and hydrogen production, which can be used as an energy source for hard-to-decarbonise sectors.

Secondly, nuclear will enable an affordable transition. The latest IEA and OECD NEA report entitled ‘Projected Costs of Generating Electricity 2020’ confirms that the long-term operation of nuclear power plants remains the cheapest source of electricity. Furthermore, nuclear is much less vulnerable to price fluctuations, a key point at a time when energy prices are escalating.

In addition to this, nuclear will ensure security of supply. Nuclear power plants are available virtually 24/7. They provide flexible electricity, and they are therefore capable of filling the gap caused by non-dispatchable renewable energies such as solar or wind power.

Finally yet importantly, nuclear is an affordable source of energy. Consequently, it can reduce the risk of energy poverty and provide industries with affordable low-carbon energy, encouraging them to remain in Europe and ensuring jobs and economic growth. In addition, with the majority of global population yet to reach the quality of life we enjoy in the EU, nuclear is a sustainable way to meet the expected substantial increase in energy demand.

Currently, nuclear energy provides about 40% of the EU’s low carbon electricity. No other energy source has played a greater role in driving down historic EU CO2 emissions.

We trust that you will do everything in your power to ensure that the decision on the inclusion of nuclear energy in the EU’s Taxonomy on Sustainable Finance will be taken solely on the grounds of science, not of ideology or fear.

Sincerely,


Gianna GANCIA, MEP from Italy
Anna BONFRISCO, MEP from Italy
Marco CAMPOMENOSI, MEP from Italy
Gianantonio DA RE MEP from Italy
Antonio RINALDI, MEP from Italy
Silvia Serafina SARDONE, MEP from Italy
Stefania ZAMBELLI, MEP from Italy
Jorge BUXADÉ VILLALBA, MEP from Spain
Hermann TERTSCH, MEP from Spain
András GYÜRK, MEP from Hungary
Edina TÓTH, MEP from Hungary
Traian BĂSESCU, MEP from Romania
Franc BOGOVIČ, MEP from Slovenia
Søren GADE, MEP from Denmark
Gilles LEBRETON, MEP from France
Sylvia LIMMER, MEP from Germany
Ivan ŠTEFANEC, MEP from Slovakia
Andrey SLABAKOV, MEP from Bulgaria
Jessica STEGRUD, MEP from Sweden

Laboratórios europeus pressionam Brasil contra quebra de patente

Já quando o assunto é câncer metastático, SUS não tem atualização de novas tecnologias para tratar pacientes.

No último dia 23, 12 membros do Parlamento Europeu, de cinco nacionalidades diferentes e dos mais diversos partidos políticos expressaram preocupações com o futuro das relações entre Brasil e UE aos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira; e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco. Na carta, os parlamentares questionam como as indústrias europeias, de vários setores que dependem de proteção de PI, podem investir e comercializar no Brasil após a Lei nº 14.200 de 2 de setembro de 2021, que prejudica o ambiente de propriedade intelectual (PI) no Brasil, ser aprovada. Esta semana, os parlamentares devem votar se mantém ou não os artigos que foram vetados por Bolsonaro na Lei nº 14.200, em especial os parágrafos 8, 9 e 10 que falam sobre a transferência de conhecimento (know-how) do objeto protegido.

Para Fábio Fernandes, diretor global de comunicação da associação de consumidores Consumer Choice Center, esta decisão preocupa muito consumidores e pacientes brasileiros pois decidirá se no futuro medicamentos para doenças crônicas estarão disponíveis no mercado nacional.

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Destaque: Parlamento Europeu envia carta em defesa da PI à Câmara e ao Senado

Foi protocolada nesta quinta-feira, 23 de Setembro, uma carta enviada do Parlamento Europeu aos Presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco. Na carta, 11 membros do Parlamento Europeu expressam suas preocupações com relação ao futuro da propriedade intelectual no Brasil após a Lei nº 14.200 de 2 de setembro de 2021, que prejudica o ambiente de propriedade intelectual (PI) no Brasil, ser aprovada. A carta questiona como as indústrias europeias, de muitos setores que dependem de proteção de PI, podem investir e comercializar no Brasil. A carta teve apoio do grupo internacional de defesa dos consumidores Consumer Choice Center e da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado.

“Temos uma relação comercial muito próxima com o Brasil, e por isso estamos preocupados com o caminho que o Brasil vem seguindo no que diz respeito às leis de propriedade intelectual” disse em nota Gianna Gancia, MEP. “Países com fortes regimes de PI estimulam a inovação e a criatividade e são necessários para o crescimento econômico, a competitividade e a criação de empregos. Infelizmente, a PL nº 12/2021, e a consequente Lei nº 14.200, não ajudam o Brasil a cumprir os objetivos traçados na Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual” concluiu Gancia.

“A exigência existente no PL nº 12/2021 que determinava que as empresas compartilhassem os seus segredos comerciais não tem precedentes e é inconsistente com as obrigações de proteção de segredos comerciais do acordo TRIPS. Forçar a transferência de tecnologia negaria aos inovadores a certeza e a previsibilidade necessárias para investir com confiança e acelerar o lançamento de novos produtos no Brasil” disse o Deputado Paulo Ganime, coordenador de Inovação da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado. Para ele, “o governo acertou em vetar essa parte do texto, que poderia prejudicar a nossa credibilidade. O mais importante agora é garantirmos que o veto será mantido”, acrescentou.

Para Beatriz Nóbrega, Secretária Executiva da Frente Parlamentar do Livre Mercado, “existem alternativas melhores para criar no Brasil um ambiente que promova a inovação, o investimento estrangeiro direto e o acesso a novos produtos. Queremos ampliar as parcerias comerciais do Brasil no exterior e para isso precisamos honrar nossos acordos internacionais e buscar políticas que protejam a inovação e a criatividade, com o objetivo de deixar claro que no Brasil há estabilidade jurídica.”

Para Fábio Fernandes, Diretor de Comunicação da associação de consumidores Consumer Choice Center (Centro de Escolha do Consumidor), esta mudança na Lei preocupa muito os consumidores e pacientes brasileiros, pois decidirá o futuro da inovação nos campos da tecnologia, agropecuária e medicina.

 “Os consumidores estão preocupados com a possibilidade de novos produtos, tecnologias e medicamentos não estarem disponíveis no Brasil por uma insegurança jurídica. A lei de propriedade intelectual no Brasil está de acordo com o padrão internacional porém essa nova lei, somada à recente decisão do STF sobre o Artigo 40 da Lei de PI, pode enfraquecer esse direito pondo em risco o futuro da inovação no Brasil” afirmou Fernandes.

“Vacinas para o setor de agropecuária, remédios contra o câncer, componentes de informática como microchips para celulares, e até inteligência artificial são alguns exemplos de produtos e inovações que podem atrasar ou até mesmo nunca chegar ao mercado brasileiro” concluiu Fernandes.

Fonte: Fabio Fernandes Consumer Choice Center

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Parlamento Europeu envia carta em defesa da PI à Câmara e ao Senado

Brasília, BR – Foi protocolada hoje, quinta-feira, 23 de Setembro, uma carta enviada do Parlamento Europeu aos Presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco. Na carta, 11 membros do Parlamento Europeu expressam suas preocupações com relação ao futuro da propriedade intelectual no Brasil após a Lei nº 14.200 de 2 de setembro de 2021, que prejudica o ambiente de propriedade intelectual (PI) no Brasil, ser aprovada. A carta questiona como as indústrias europeias, de muitos setores que dependem de proteção de PI, podem investir e comercializar no Brasil. A carta teve apoio do grupo internacional de defesa dos consumidores Consumer Choice Center e da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado.

“Temos uma relação comercial muito próxima com o Brasil, e por isso estamos preocupados com o caminho que o Brasil vem seguindo no que diz respeito às leis de propriedade intelectual” disse em nota Gianna Gancia, MEP. “Países com fortes regimes de PI estimulam a inovação e a criatividade e são necessários para o crescimento econômico, a competitividade e a criação de empregos. Infelizmente, a PL nº 12/2021, e a consequente Lei nº 14.200, não ajudam o Brasil a cumprir os objetivos traçados na Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual” concluiu Gancia.

“A exigência existente no PL nº 12/2021 que determinava que as empresas compartilhassem os seus segredos comerciais não tem precedentes e é inconsistente com as obrigações de proteção de segredos comerciais do acordo TRIPS. Forçar a transferência de tecnologia negaria aos inovadores a certeza e a previsibilidade necessárias para investir com confiança e acelerar o lançamento de novos produtos no Brasil” disse o Deputado Paulo Ganime, coordenador de Inovação da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado. Para ele, “o governo acertou em vetar essa parte do texto, que poderia prejudicar a nossa credibilidade. O mais importante agora é garantirmos que o veto será mantido”, acrescentou.

Para Beatriz Nóbrega, Secretária Executiva da Frente Parlamentar do Livre Mercado, “existem alternativas melhores para criar no Brasil um ambiente que promova a inovação, o investimento estrangeiro direto e o acesso a novos produtos. Queremos ampliar as parcerias comerciais do Brasil no exterior e para isso precisamos honrar nossos acordos internacionais e buscar políticas que protejam a inovação e a criatividade, com o objetivo de deixar claro que no Brasil há estabilidade jurídica.”

Para Fábio Fernandes, Diretor de Comunicação da associação de consumidores Consumer Choice Center (Centro de Escolha do Consumidor), esta mudança na Lei preocupa muito os consumidores e pacientes brasileiros, pois decidirá o futuro da inovação nos campos da tecnologia, agropecuária e medicina.

“Os consumidores estão preocupados com a possibilidade de novos produtos, tecnologias e medicamentos não estarem disponíveis no Brasil por uma insegurança jurídica. A lei de propriedade intelectual no Brasil está de acordo com o padrão internacional porém essa nova lei, somada à recente decisão do STF sobre o Artigo 40 da Lei de PI, pode enfraquecer esse direito pondo em risco o futuro da inovação no Brasil” afirmou Fernandes. 

“Vacinas para o setor de agropecuária, remédios contra o câncer, componentes de informática como microchips para celulares, e até inteligência artificial são alguns exemplos de produtos e inovações que podem atrasar ou até mesmo nunca chegar ao mercado brasileiro” concluiu Fernandes.

The fan-friendliest stadiums in Europe, revealed

As we get back to normal slowly, football should be an experience.

The Consumer Choice Center released its first Fan-Friendly Stadium Index!

The Fan-Friendly Stadium Index is a European ranking evaluating the biggest football stadiums in Europe by their overall capacity, accessibility, services provided, number of restaurants and stores, and their physical structure. The index evaluates a series of important metrics for football fans around the world.

The COVID pandemic halted all sports events in Europe and around the world. Until recently, many matches and games were behind closed doors – meaning that fans were not allowed to watch them in person. Now, with vaccination rollout at full speed, many countries have decided to remove some of the COVID restrictions on sports events, and football fans could not be more excited about it.

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2.4 million smokers in the UK turn to vape to quit

VAPING debate is heating up again. While the World Health Organisation has just released a statement pouring cold water on the use of vape in helping to reduce tobacco consumption, evidence in the United Kingdom (UK) continues to show that it is very effective in helping smokers to quit traditional cigarettes.

A recently published survey by a tobacco control advocate in the UK, has found nearly two-thirds (64.6%) of its vaping population comprising adults are ex-smokers who have quit smoking with vape, with the proportion growing year-on-year. This figure translates to approximately 2.4 million vapers who are ex-smokers.

In addition, the proportion of never smokers remain low at 4.9% or approximately 200,000 adults.

According to the Action on Smoking and Health (ASH), there are 3.6 million vapers in the UK in 2021 which is approximately 7.1% of its total population.

Based on the survey, most of the current e-cigarette users who are ex-smokers say they vape to help them quit (36%) and to keep them off tobacco (20%), strengthening the claim that that vaping is helping smokers to quit traditional cigarettes.

According to UK’s Annual Population Survey, smoking prevalence among adults aged 18 and over in England has declined significantly. In 2011, 19.8% of adults smoked, falling to 13.9% in 2019, equivalent to a drop from 7.7 million smokers in 2011 to 5.7 million in 2019.

In fact, reports over the years by Public Health England (PHE) found that vaping is 95% less harmful than smoking conventional cigarettes and was helping 20,000 people quit a year. PHE also claim that that e-cigarettes are the most popular aid used in quit attempts for smokers in UK.

In 2020, 27.2% of people used a vaping product in a quit attempt in the previous 12 months, compared with 15.5% who used nicotine replacement therapy (NRT).

It also said that concern about e-cigarette use as a gateway to smoking among young people wasn’t supported by evidence in the UK, where regular vaping among young people who’ve never smoked is less than 1%.

In addition, evidence from a randomised controlled trial found that vaping was nearly twice as effective as NRT in helping smokers quit in a Stop Smoking Service setting in England, and a systematic review of the evidence has concluded that there is moderate-certainty evidence that e-cigarettes with nicotine increase quit rates compared to e-cigarettes without nicotine and compared to NRT.

In Malaysia, a survey commissioned by Malaysian Vape Industry Advocacy (MVIA) found that 88% of Malaysian vapers who used to smoke cigarettes have successfully quit smoking with the aid of vape.

The same poll also found that 79%, who currently vape and also smoke traditional cigarettes at the same time, have reduced smoking since taking up vape.

Clearly, the role of vaping in helping smokers to quit traditional cigarettes for good cannot be ignored.

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Switching From Smoking To Vaping Could Save Thousands Of Lives, Report Finds

Report claims over half a million Malaysians smokers would switch if vaping is promoted as a harm reduced alternative.

An international consumer group has called for a “rethink” of approaches to vaping, saying regulations that facilitate it as a means to help people quit smoking could save thousands of lives.

The Consumer Choice Center (CCC) made this call in a report it published with the World Vaping Alliance (WVA) titled “From Smoking to Vaping – Lives Saved”.

The report analysed data on smoking and vaping from 61 countries and assessed how many smokers could potentially switch to vaping if the regulations encouraged vaping as a means to quit smoking.

The researchers looked to the United Kingdom to establish a “switching rate” because of the rate at which smoking decreased while vaping increased in the UK.

In the UK, people are “actively” encouraged to switch to vaping, and the country has seen a 25% reduction in smokers since 2013 when vaping became a key asset for the UK health agencies to urge smokers to quit smoking.

In the same period, Australia, which has one of the toughest vaping regulations saw a decline in smoking of only 8%.

The report estimates that if the right regulations were in place, around 196 million smokers in the 61 countries could switch to vaping, an alternative the two organisations say is 95% less harmful than cigarettes.

In the case of Malaysia, the report cited that the country could see well over half a million smokers in this country would make the switch if vaping is promoted as a harm reduced alternative for smokers.

A growing number of studies are pointing to the effectiveness of tobacco harm reduction (THR) measures including safer alternatives to cigarettes, to help smokers kick the habit.

A recent review of studies by Public Health England, an executive agency of the UK’s Health and Social Care Department found “stronger evidence” that nicotine vaping products are effective for smoking cessation and reduction.

This was in comparison to its 2018 review of studies which found that “tens of thousands” stopped smoking as a result of vaping in 2017 alone.

In “From Smoking To Vaping – Lives Saved”, the report notes that vaping has been recognised as one of the most effective tools to help smokers quit and this has been endorsed by health authorities in several countries including the UK, France, Canada, and New Zealand.

CCC Managing Director Fred Roeder said about the report, “Smart rules on advertising e-cigarettes to smokers, displaying e-cigarettes at the point of sale for cigarettes, lower rates of taxation for e-cigarettes, and public health bodies endorsing the evidence of vaping being at least 95% less harmful than traditional smoking, everything that the UK has done right, can help save the lives of thousands of smokers by helping them switch to vaping.”

WVA Director Michael Landl meanwhile said the report highlights the significant potential of the benefits of switching from smoking to vaping.

While the benefits of vaping as an alternative to smoking have been known for some time, the research shows just how significant the potential is: almost 200 million lives saved. If COVID has shown us anything, it’s that our health is paramount and regulators that want people to quit smoking need to be led by science and ensure that ideology takes a back seat to pragmatism.

World Vapers Association (WVADirectorMichael Landl

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