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Entidade de defesa do consumidor critica aéreas por demora nos reembolsos

De acordo com dados da Iata, as empresas aéreas no mundo têm US$ 35 bilhões em reembolsos de passagens aéreas

Entidade de defesa do consumidor critica aéreas por demora nos reembolsos

O Consumer Choice Center (CCC), organização internacional de defesa do consumidor com atuação em mais de cem países, divulgou uma carta aberta aos presidentes das empresas aéreas, criticando práticas de reembolso adotadas por companhias aéreas durante a pandemia de covid-19.

A carta também foi endereçada à Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) e à Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO). De acordo com dados da Iata, as empresas aéreas no mundo têm US$ 35 bilhões em reembolsos de passagens aéreas, de voos cancelados durante a pandemia de covid-19.

No documento, assinado por Fred Roeder, diretor geral do CCC, a entidade afirma que “muitos agentes do setor não se importam com contratos, leis e promessas feitas a seus clientes”.

De acordo com a entidade, consumidores têm gastado horas com o atendimento de companhias aéreas para tentar recuperar o dinheiro gasto em voos cancelados. Mas, frequentemente, as empresas tentam forçar os clientes a aceitar cupons para viagens futuras.

“Dar a um consumidor a opção de um cupom é bom. Mas negar o reembolso, como muitos de vocês ainda fazem, não é apenas contra a lei, mas também irrita os consumidores. Como sabemos se teremos condição de decolar no próximo ano para fazer a longa viagem que planejamos para este ano? Como sabemos se sua companhia aérea ainda estará no mercado?”, questiona o CCC na carta.

A entidade ainda acrescenta que “centenas de milhões de contribuintes em todo o mundo já estão ajudando vocês através de pacotes de socorro de governos”. “Queremos ajudá-los a permanecer no negócio, mas vocês também precisam respeitar as regras existentes e reembolsar os clientes”, conclui o CCC na carta.

Fabio Fernandes, gerente global de comunicação e relação com a mídia do CCC, disse que diversas empresas aéreas não estão cumprindo suas políticas de reembolso e desrespeitam as leis. Ele cita as aéreas RyanAir, AirEuropa, Air Canada, EasyJet e Alitalia. De acordo com Fernandes, a pior companhia é a RyanAir, que ainda não reembolsou 8 de cada 10 passageiros britânicos com viagens canceladas.

“Na Europa, a legislação estabelece o reembolso integral em caso de voos cancelados, e não apenas um voucher para ser usado na próxima viagem. Existe pressão em Bruxelas dos países membros da União Europeia para uma interpretação diferente dessa regra, porém os esclarecimentos da Comissão Europeia de 18 de março reafirmam o reembolso da tarifa do bilhete para voos cancelados, mesmo no caso do covid-19”, afirmou Fernandes.

Fernandes disse que espera que a Iata, como representante das empresas aéreas, sugira aos seus membros que façam o reembolso imediato dos voos cancelados.

Procurada, a Iata informou em nota que a política de reembolso “é uma decisão comercial de cada companhia aérea”. E acrescentou que a Iata “não tem condições de aconselhar sobre as exigências legais de cada país”.

Conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor


The Consumer Choice Center is the consumer advocacy group supporting lifestyle freedom, innovation, privacy, science, and consumer choice. The main policy areas we focus on are digital, mobility, lifestyle & consumer goods, and health & science.

The CCC represents consumers in over 100 countries across the globe. We closely monitor regulatory trends in Ottawa, Washington, Brussels, Geneva and other hotspots of regulation and inform and activate consumers to fight for #ConsumerChoice. Learn more at consumerchoicecenter.org

Open Letter to Airline CEOs

Open Letter to Airline CEOs

To the CEOs of Airlines

CC: ICAO, IATA

Open Letter to Airline CEOs: We consumers want to help you, but you need to adhere to the law and allow easy refunds.

Dear Airlines CEOs of the World,

We, as an international consumer group, and consumers who love global connectivity, know full well the devastating impact Covid-19 has had on the airline industry. 2020 has been a tough year for all of us, and our thoughts go out to the airline employees who have been furloughed, fired, or who may still lose their job as a result of the pandemic.

For us consumers, it is extremely important to have a healthy airline industry that allows us to reconnect to the world and bring us back to the skies so we can visit friends and family across the globe.

The years leading up to COVID-19 saw many new regulations and taxes that made it harder for airlines to operate. Even pre-pandemic times saw record numbers of airlines fail. While industry consolidation is something natural and sometimes even good for consumers, trends such as higher taxes and anti-flying sentiments, such as flight shaming, can be attributed to the weaker financial standing of the industry. And then came COVID…

We have been fighting against higher taxes on flight tickets for years and praised the airline industry as a great enabler of consumer choice and globalization. But while 2020 presents us all with challenges from mental health to job security, we also had to learn the hard way that many players in your industry do not care about contracts, the law, and promises made to their customers.

We all have spent too many hours with your call centers this Spring trying to recoup the money we spent on canceled flights. More often than not Airlines have tried to force consumers into accepting vouchers for future trips.

Giving a consumer an option for a voucher is fine. Incentivizing us to take it instead of the cash refund by adding 10-20% extra value to the voucher is even better. We want to keep you afloat and such deals are a way to get our buy-in. BUT denying us refunds, as many of you still do, is not just against the law but also makes consumers angry. How do we know if we are even able to take off next year to go on that long trip we planned for this year? How do we know that your airline will still be in business? Can I get that voucher insured the same way as I had my original ticket insured against your bankruptcy?

We want to be in the air with you as soon as possible, but please do your part and commit to the rule of law and don’t force us to bring you to court. Hundreds of millions of taxpayers across the world are already helping you through government bailouts. We do our part to advocate for fewer levies and taxes paid on airfares and against silly bans of domestic flights, like the ban being discussed in France right now. This will make the sector more competitive and will allow us, consumers, to fly more with you.

We want to help you to stay in business, but you also need to honor existing rules and refund customers. Building trust is not a one-way street and we need to see strong actions from all of you. Let’s put the frustrations we had with your customer service teams behind us, give us our money back (or at least the choice to get refunded), and conquer the skies together once more.


Sincerely,

Fred Roeder
Managing Director
Consumer Choice Center


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Carta abierta a los CEOs de las aerolíneas

Carta abierta a los CEO de aerolíneas: Nosotros, los consumidores, queremos ayudarlo, pero usted debe cumplir con la ley y permitir reembolsos fáciles.

-Carta abierta a los CEO de las aerolíneas-

Estimados CEOs del mundo de Airlines,

Nosotros, como grupo de consumidores internacionales, y consumidores que amamos la conectividad global, conocemos muy bien el devastador impacto que Covid-19 ha tenido en la industria de las aerolíneas. 2020 ha sido un año difícil para todos nosotros, y nuestros pensamientos están con los empleados de la aerolínea que han sido despedidos, despedidos o que aún pueden perder su trabajo como resultado de la pandemia.

Para nosotros, los consumidores, es extremadamente importante tener una industria aérea saludable que nos permita volver a conectarnos con el mundo y llevarnos de vuelta al cielo para que podamos visitar a amigos y familiares en todo el mundo.

Los años previos a COVID-19 vieron muchas nuevas regulaciones e impuestos que dificultaron la operación de las aerolíneas. Incluso en tiempos previos a la pandemia, fracasaron números récord de aerolíneas. Si bien la consolidación de la industria es algo natural y, a veces, incluso buena para los consumidores, las tendencias como los impuestos más altos y los sentimientos antiaéreos, como la vergüenza de vuelo, se pueden atribuir a la posición financiera más débil de la industria. Y luego vino COVID …

Hemos estado luchando contra impuestos más altos en los boletos de avión durante años y elogiamos a la industria de las aerolíneas como un gran facilitador para la elección del consumidor y la globalización. Pero mientras que 2020 nos presenta a todos desafíos desde la salud mental hasta la seguridad laboral, también tuvimos que aprender de la manera difícil que muchos jugadores en su industria no se preocupan por los contratos, la ley y las promesas hechas a sus clientes.

Todos hemos pasado demasiadas horas con sus centros de llamadas esta primavera tratando de recuperar el dinero que gastamos en vuelos cancelados. La mayoría de las veces, las aerolíneas han tratado de obligar a los consumidores a aceptar cupones para futuros viajes.

Darle a un consumidor una opción para un cupón está bien. Incentivarnos a tomarlo en lugar del reembolso en efectivo agregando un valor adicional del 10-20% al cupón es aún mejor. Queremos mantenerlo a flote y tales ofertas son una forma de obtener nuestra aceptación. PERO negarnos los reembolsos, como muchos de ustedes todavía lo hacen, no solo es ilegal, sino que también enoja a los consumidores. ¿Cómo sabemos si incluso podemos despegar el próximo año para emprender ese largo viaje que planeamos para este año? ¿Cómo sabemos que su aerolínea seguirá operando? ¿Puedo asegurar ese comprobante de la misma manera que tenía mi boleto original asegurado contra su quiebra?

Queremos estar en el aire con usted lo antes posible, pero haga su parte y comprométase con el estado de derecho y no nos obligue a llevarlo a los tribunales. Cientos de millones de contribuyentes en todo el mundo ya lo están ayudando a través de rescates gubernamentales. Hacemos nuestra parte para abogar por menos impuestos e impuestos pagados en las tarifas aéreas y en contra de las prohibiciones tontas de vuelos nacionales, como la prohibición que se está discutiendo en Francia en este momento. Esto hará que el sector sea más competitivo y nos permitirá a nosotros, los consumidores, volar más con usted.

Queremos ayudarlo a mantenerse en el negocio, pero también debe cumplir con las normas existentes y reembolsar a los clientes. Crear confianza no es una calle de sentido único y necesitamos ver acciones firmes de todos ustedes. Dejemos atrás las frustraciones que teníamos con sus equipos de servicio al cliente, devuélvanos nuestro dinero (o al menos la opción de obtener un reembolso) y conquiste los cielos una vez más.

Sinceramente,

Fred Roeder
Director general
Centro de elección del consumidor


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Banning paid blood donations only forces us to pay for foreign donations

David Clement writes about why the Voluntary Blood Donations Repeal Act will allow Alberta to stop paying for paid donations from the United States.

Alberta’s United Conservative Party is proposing a new way to help supply hospitals with much-needed blood plasma therapies, and it would mean letting Albertans receive cash for their donations.

MLA Tany Yao will introduce a bill that would repeal the former government’s Voluntary Blood Donations Act. This would allow for blood plasma donors in Alberta to be compensated for their donations, which the NDP previously made illegal. While this might sound like an obscure policy for most, it is incredibly important that Alberta continues down this path and legalizes compensation for plasma donors.

Blood plasma is a valuable resource used to create medicines that treat burns, help those with immune deficiencies, coagulation disorders and respiratory diseases. Unfortunately, Canada does not collect enough plasma to meet our domestic need for plasma therapies. That’s why for years, we have imported these medicines from the United States. More than 80 per cent of these therapies come from south of the border, where plasma donors are compensated for their donations.

That fact alone makes the NDP’s Voluntary Blood Donations Act a farce, and one worthy of repeal.

Critics of paid plasma argue that compensating donors increases risks and is less safe than voluntary donations. We know that this isn’t true, and can’t be true, because Canada relies on paid plasma donors for their medicines – they just happen to be American instead of Canadian. If compensating donors was really unsafe and risky, we wouldn’t be so comfortable importing these medicines from our American friends. There is also no data to support the claim that paid plasma is risky. There has not been a single instance of viral or bacterial transmission from plasma products since modern processing practices were implemented over 25 years ago. That is exactly why Canadian Blood Services CEO Graham Sher said the following about the existence of a paid plasma sector.

“I certainly need to be very clear that we don’t believe the existence of a paid plasma sector is a safety threat to product or to patients and I don’t think there is data or evidence to support that.”

Critics also posit that compensating donors for their time is exploitation, and that “blood brokers” will be praying on vulnerable citizens. This also doesn’t pass the smell test, because if it were true, critics such as the NDP, Bloodwatch, and their public-sector union partners would be lobbying for a ban on the import of American-made plasma therapies. They aren’t doing that, and haven’t done that, because they know that such a move would be devastating to the patients who rely on these therapies. Compensating donors for their time simply acknowledges the reality that pure altruism isn’t always enough. There is nothing exploitative about informed, medically screened and healthy adults being compensated for their plasma donations to aid the process of making much-needed plasma therapies for patients.

If the UCP succeeds with legalizing paid plasma collection in Alberta, it can be expected that plasma collection will increase in the province, as it has in other jurisdictions. Czechia for example (formerly known as the Czech Republic) legalized compensation and saw donations increase by 700 per cent. Because of that decision, Czechia is now entirely self-sufficient when it comes to blood plasma collection and doesn’t need imports at all. In fact, the only countries who are self-sufficient for plasma collection are the USA, Germany, Austria and Czechia, and they all allow for donors to be compensated. Anti paid plasma organizations like Bloodwatch have long been calling on Canada to become self-sufficient when it comes to plasma collection, but rebuff the obvious solution. It’s a sad fact that they have actively, and successfully, fought the only proven tool to increase domestic supply.

The need for paid plasma becomes even more necessary in these uncertain times. Just this April, President Donald Trump empowered FEMA to prevent the shipment of essential medical goods into Canada as a response to Covid-19. What if Trump banned the export of plasma therapies into Canada? Stranger things have happened. Would our entirely voluntary public system, which accounts for less than 20 per cent of the supply we need, be able to cover the difference? Our country would be struck by severe medical shortages, and the public system wouldn’t be able to cover the gap. To say that this would be devastating for patients would be an understatement.

Luckily there is a way to help avoid that nightmare scenario. Alberta should follow through with its plan to legalize paid plasma, and other provinces should follow suit. Doing so would put patients over politics, and that is something certainly worth celebrating.

Originally published here.


The Consumer Choice Center is the consumer advocacy group supporting lifestyle freedom, innovation, privacy, science, and consumer choice. The main policy areas we focus on are digital, mobility, lifestyle & consumer goods, and health & science.

The CCC represents consumers in over 100 countries across the globe. We closely monitor regulatory trends in Ottawa, Washington, Brussels, Geneva and other hotspots of regulation and inform and activate consumers to fight for #ConsumerChoice. Learn more at consumerchoicecenter.org

Tallinn, Estonia leads the sharing economy index globally

Tallinn leads the way as one of the most sharing-economy friendly cities. Its low level of regulation of ride-hailing and flat-sharing services along with openness to e-scooters, and outstanding innovation in the digital space helped take it to the first place. Estonia is well-known for its booming digital state, Consumer Choice Center reports.

The sharing economy has transformed our lives in a variety of ways. Booking holiday accommodation via flatsharing platforms and grabbing our phone to order a rideshare when we are late to a meeting is a habit many of us share. The innovative nature of the sharing economy has led to its undeniable success. But now, those benefits to consumers are often undermined by excessive regulation and taxation. The current COVID-19 pandemic has shown both how much the sharing economy helped consumers access essential goods and services, while at the same time revealing the very real restrictions and regulations that undermine them.

Consumer Choice Center’s Sharing Economy Index is seeking to rank some of the world’s most dynamic cities and to provide a valuable guide for consumers about the sharing economy services available to them.

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Lawmakers Approve Vaping Tax, Raises Age For Tobacco Products To 21

The Senate Finance Committee on Friday passed a measure to raise the tobacco tax in Georgia from 37 cents per pack to $1.35.

Lawmakers on the last day of the legislative session passed a bill taxing vaping products for the first time and raising the age to purchase tobacco products to 21.

The move, when signed by Gov. Brian Kemp, means an estimated $9.6 million and $14.5 million in extra revenue for the state. However, that is far less than the $600 million that was left on the table by not increasing the sales tax on cigarettes, according to the Georgia Budget and Policy Institute, or GBPI.

Georgia ranks 48th out of 50 for the lowest cigarette tax in the nation.

“If we just assessed that fee of $1.80 on vaping and cigarettes that would raise $600 million a year and just make us average in the nation,” GBPI analyst Danny Kanso said.

That’s because a bill to raise the tobacco tax in Georgia from 37 cents per pack to $1.35 stalled even after passing the Senate Finance Committee last Friday.

Sen. Chuck Hufstetler, who chairs the finance committee, talked about the cuts with GPB’s Bill Nigut on Political Rewind on Thursday morning.

“It’s not just money, it’s health care, too,” he said. “And I just don’t understand why our state doesn’t move forward in that.”

Opponents to the vaping tax said communities of color and lower-income Georgians will be most affected.

Yaël Ossowski, deputy director of the Consumer Choice Center, said such a significant vaping tax will come at the expense of poor consumers, and may push smokers across the state back to combustible products.

But the Centers for Disease Control and Prevention and public health organizations around the nation have been investigating illnesses related to vaping since last year. At least six Georgians have died from severe lung disease due to vaping, according to the Department of Public Health.

Dr. Saranya Selvaraj said she will never forget how school-aged children watched as their mother’s lung cancer metastasized to her brain before she died. The woman was only in her 50s.

“You go through chemo. You’re in the hospital. You’re on oxygen. You’re in hospice, and it’s a really long, drawn out process that involves a lot of pain,” Selvaraj said. “And then, eventually, you’re just separated from your family by death.”

She said thousands of similar deaths are completely preventable.

The doctor, who treats patients across the metro Atlanta area, said roughly 80 to 90% of chronic obstructive pulmonary disease cases are directly related to tobacco products. If people stopped smoking, they would see health benefits and long-term savings, Selvaraj said.

“In the long run, if we’re able to use the money on the tobacco tax to help fund tobacco-cessation programs (and)  tobacco-use prevention programs, we are going to help keep people in these communities have longer, healthier lives and save money,” she said.

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Helyettesíthető-e minden helyi termékkel?

A civil szervezet szerint az Európai Parlament Kereskedelmi és Fejlesztési Bizottságának véleménye tudománytalan mezőgazdasági elméleteket vezet be.

A Consumer Choice Center (CCC, Fogyasztói Választás Központja) fogyasztóvédő szervezet közleménye bemutatja, hogy az Európai Parlament Nemzetközi Kereskedelmi és Fejlesztési Bizottságának nemrégiben közzétett véleményébe a parlamenti képviselők beillesztették a következő 21. bekezdést (teljes másolatban):”Hangsúlyozza azt a tényt, hogy a COVID-19 által kiváltott zavarok előtérbe helyezték a globális élelmiszerrendszer sebezhetőségét; rámutat továbbá, hogy a mezőgazdasági piacok liberalizálása tovább erősíti az exportorientált mezőgazdaság ipari modelljét, amely jelentősen hozzájárul az éghajlatváltozáshoz, elősegíti az élőhelyek elvesztését és megteremti a vírusok kialakulásának és terjedésének feltételeit; úgy véli, hogy a rövid ellátási láncok és más helyi kezdeményezések ezzel szemben nagy lehetőségeket rejtenek az élelmiszer-rendszer jelenlegi hiányosságainak kezelésére azáltal, hogy javítják a friss élelmiszerekhez való hozzáférést , biztosítja, hogy a gazdálkodók nagyobb értéket szerezzenek, és csökkenti a nemzetközi piacok zavarait és sérülékenységét; ezért sürgeti a Bizottságot, hogy dolgozzon ki stratégiát a kereskedelemorientált agrárpolitikától a helyi és regionális piacok felé való fokozatos eltolódás érdekében; “

„A legmegdöbbentőbb irónia az, hogy a Nemzetközi Kereskedelmi Bizottság azt mondja nekünk, hogy csökkentenünk kell a nemzetközi kereskedelmet és helyi termékeket kell vásárolnunk. Egyrészt az Európai Unió az Egyesült Államok után protekcionizmust követ, másrészt azt mondják nekünk, hogy ha az egységes piacról vásárolunk zöldséget, az sérülékennyé tesz a világjárványokra. Milyen felelőtlen dolog ezt írni!” – mondja Wirtz.

„Egyáltalán nincs bizonyíték arra, hogy a COVID-19 valamilyen módon kapcsolódik a „mezőgazdasági piacok liberalizációjához”. Valójában az az ország, amelyből az új koronavírus származott, nevezetesen Kína, kollektivista gazdálkodást folytat, és nincs jelentős élelmiszerkereskedelme. Kicsinyes összeesküvés-elméletekkel foglalkozni nem méltó az Európai Parlamenthez. Ezt mondják, aztán szerencsére észreveszem, hogy az EPP és az ID képviselői, mint például Gianna Gancia (Olaszország) és Anna Michelle Asimakopoulou (EPP) a vélemény ellen szavaztak.””A helyi termék vásárlása nem minden esetben oldható meg. Én luxemburgi állampolgár vagyok, és szeretek a helyi gazdáktól vásárolni. De ettől még a banántermesztés Luxemburgban meglehetősen eredménytelen és erőforrás-pazarló lenne.

Annak ellenére, hogy: az európai kereskedelem kétségtelenül az európaiak megértésének, versenyképességének és a mezőgazdasági ágazat fejlesztésének legfontosabb tényezője. Nem szabad azonban protekcionizmushoz fordulnunk, sem a nemzeti felsőbbrendűség nevében, sem az összeesküvés-elméletek mentségében “- zárja be Wirtz .


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Pentingnya Perlindungan Hak Kekayaan Intelektual Untuk Mendorong Inovasi

Inovasi, terutama di bidang teknologi, merupakan hal yang sangat penting yang mendorong perkembangan peradaban manusia. Tanpa adanya inovasi, niscaya kita masih hidup seperti nenek moyang kita ribuan tahun yang lalu.

Berkat adanya inovasi, umat manusia bisa mengatasi berbagai permasalahan yang tidak mampu diselesaikan oleh leluhur kita. Melalui teknologi transportasi seperti kereta api dan pesawat terbang, batas-batas geografis tidak lagi menjadi halangan bagi manusia untuk bepergian dengan cepat.

Perkembangan teknologi di bidang medis telah memungkinkan kita memenangkan perang terhadap berbagai penyakit yang selama ribuan tahun menghantui kehidupan manusia, seperti campak, cacar, malaria dan polio. Selain itu, melalui perkembangan teknologi informasi, seperti telepon dan internet, untuk pertama kalinya dalam sejarah manusia, kita bisa berkomunikasi secara langsung dengan mereka yang tinggal ribuan kilometer dari rumah tempat kita tinggal.

Abad ke-21 ini bisa kita katakan sebagai abad inovasi teknologi, di mana kemajuan teknologi di berbagai bidang, terutama bidang medis dan teknologi informasi berkembang dengan pesat. Teknologi seperti smartphone dan transportasi online misalnya, merupakan hal yang bagi sebagian besar orang pada dekade 1990-an hingga awal dekade 2000-an, jauh di luar bayangan mereka.

Namun, inovasi tersebut tidak terjadi di seluruh negara dalam jumlah yang sama. Beberapa negara memiliki tingkat inovasi yang jauh melampaui negara-negara lainnya, dan menjadi pemimpin di bidang kemajuan teknologi.

Raksasa media Bloomberg misalnya, menerbitkan laporan tahunan mengenai Innovation Index untuk mengukur tingkat inovasi di suatu negara. Untuk mengukur tingkat inovasi tersebut, Bloomberg menggunakan tujuh indikator, yakni penemuan yang dipatenkan, jumlah personil riset, pendidikan tinggi, perusahaan teknologi, produktivitas, manufaktur dengan nilai lebih (value added manufactures), serta dana yang digunakan untuk riset dan pengembangan (Bloomberg, 18/01/2020).

Berdasarkan indikator tersebut, Bloomberg lantas memberikan nilai dari 0-100 bagi setiap negara. Pada indeks yang diterbitkan tahun 2020 ini, ada 95 negara yang diteliti. Sebagaimana yang mungkin sudah kita perkirakan, 20 negara dengan tingkat inovasi tertinggi didominasi oleh negara-negara Eropa Barat dan Skandinavia. Jerman sendiri merupakan negara yang menduduki peringkat pertama. (Bloomberg, 18/01/2020).

Melalui indeks tersebut, saya tertarik untuk melihat apakah ada relasi antara tingkat perlindungan Hak Kekayaan Intelektual (HAKI) di suatu negara dengan tingkat inovasi di negara tersebut. Untuk itu, saya mencoba membandingkan antara indeks yang diterbitkan oleh Bloomberg dengan indeks perlindungan HAKI.

Perlindungan HAKI sendiri di Indonesia masih merupakan persoalan yang sangat serius. Bila kita pergi ke berbagai pusat perbelanjaan di Jakarta atau kota-kota lainnya misalnya, dengan mudah kita bisa menemukan berbagai macam produk bajakan, baik musik, film, hingga barang-barang fashion.

Barang-barang tersebut dijual dengan bebas dan tidak ada aparat penegak hukum yang menindaknya. Padahal, Indonesia sendiri sudah memiliki jaminan hukum perlindungan Hak Kekayaan Intelektual. Dalam Pasal 1 Undang-Undang No. 28 tentang Hak Cipta misalnya, dinyatakan bahwa “Hak Cipta adalah hak eksklusif pencipta yang timbul secara otomatis berdasarkan prinsip deklaratif setelah suatu ciptaan diwujudkan dalam bentuk nyata tanpa mengurangi pembatasan sesuai dengan ketentuan peraturan perundang-undangan” (Hukum Online, 2015).

Sehubungan dengan topik HAKI dalam tulisan ini, saya ingin merujuk pada International Intellectual Property Rights Index yang diterbitkan oleh Kamar Dagang Amerika Serikat (US Chamber of Commerce) pada tahun 2020. International Intellectual Property Rights Index sendiri merupakan indeks tahunan yang diterbitkan oleh Kamar Dagang Amerika Serikat untuk mengukur tingkat perlindungan HAKI di suatu negara.

Ada 9 indikator yang digunakan oleh US Chamber of Commerce dalam membuat indeks tersebut. Indikator tersebut adalah, perlindungan terhadap hak paten, hak cipta, merek dagang (trademarks), rahasia dagang (trade secrets), hak bagi pemilik HAKI untuk mengkomersialisasikan penemuannya, penegakan dari aparat penegak hukum, efisiensi dari institusi negara, serta ratifikasi dari negara tersebut terhadap Kovenan Perlindungan HAKI internasional (US Chamber of Commerce, 2020).

Hasilnya tidak mengejutkan. Dari 20 negara yang menduduki peringkat teratas dari indeks inovasi Bloomberg, 14 diantaranya juga menduduki 20 peringkat tertinggi dari indeks perlindungan HAKI yang dikeluarkan oleh Kamar Dagang Amerika Serikat. 14 negara tersebut diantaranya adalah Amerika Serikat, Britania Raya, Prancis, Jerman, Swedia, Jepang, Belanda, Irlandia, Swiss, Singapura, Italia, Korea Selatan, Australia, dan Israel (US Chamber of Commerce, 2020).

Hubungan antara perlindungan HAKI dan inovasi tentu bukan suatu hal baru yang saya temukan. Hubungan positif antara perlindungan HAKI dan inovasi merupakan hal yang sudah diketahui oleh banyak akademisi bertahun-tahun yang lalu.

Senior Fellow dari lembaga Center for Strategic and International Studies di Washington D.C., James A. Lewis misalnya, dalam jurnalnya yang berjudul “Intellectual Property Protection: Promoting Innovation in a Global Information Economy”, menulis bahwa perlindungan HAKI sangat krusial untuk mendorong inovasi. Lewis menulis bahwa, perlindungan terhadap HAKI merupakan hal yang sangat penting, terlebih lagi di dalam konteks ekonomi global yang bertumpu pada informasi, di mana penciptaan ide-ide baru merupakan aktivitas ekonomi yang paling bernilai tinggi (Lewis, 2008).

Lewis menulis bahwa, kegiatan inovasi merupakan sesuatu yang memiliki resiko tinggi. Setiap inovator, mendapatkan manfaat dari inovasi yang dibuatnya melalui penjualan produk inovasinya di masa depan. Tanpa adanya perlindungan terhadap HAKI, maka orang lain dapat dengan mudah mencuri hasil karya dari inovator tersebut, dan mendapatkan keuntungan dari ide orang lain tanpa menanggung resiko yang harus dihadapi oleh inovator karya tersebut (Lewis, 2008).

Tanpa adanya perlindungan bagi setiap orang atas ide dan hasil karyanya, maka hal tersebut akan semakin mengecilkan insentif bagi seseorang untuk berpikir kreatif dan berinovasi. Untuk apa seseorang besusah-susah mencari ide-ide baru, bila ada pihak lain yang bisa mendapat mendapat keuntungan dari mencuri hasil pemikiran orang yang memiliki ide orisinal tersebut?

Melalui perlindungan HAKI, setiap individu akan mendapatkan perlindungan untuk mendapatkan manfaat dari hasil karya dan kreatifitasnya. Dengan demikian, inovasi akan semakin meningkat karena setiap orang akan memiliki insentif yang lebih besar untuk membuahkan hasil karya baru yang akan sangat bermanfaat bagi umat manusia.

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Piden a AMLO reconsiderar la prohibición de cigarrillos electrónicos

CIUDAD DE MÉXICO (apro).—El Centro para la Elección de los Consumidores (CCC, por su siglas en inglés) hizo un llamado al gobierno de Andrés Manuel López Obrador a reconsiderar la prohibición de la importación y exportación de vaporizadores, a través de un decreto emitido el pasado 19 de febrero.

De acuerdo con la organización dicha medida va en contra de la necesidad de regular el mercado de dichos productos y, por el contrario, fomenta la distribución y venta de artículos ilegales, a través de cárteles y el crimen organizado.

El CCC, promotor de mercados reguladores en sector como alimentos, transportación y salud, alertó que las consecuencias de la disposición presidencial no terminan en el fomento de un mercado ilícito de sustancias y dispositivos de dudosa calidad, sino en el impacto que tendrán en los consumidores mexicanos.

“Ante la imposibilidad de comprar artículos legales y regulados, podrían caer en las garras de contrabandistas y adquirir productos que podrían provocarles enfermedades pulmonares e incluso la muerte, tal como sucedió en Estados Unidos en la segunda mitad del año pasado”, señaló en un comunicado.

Al respecto, la CCC recordó que la propia autoridad sanitaria de Estados Unidos afirmó categóricamente que la intoxicación y muertes de varios usuarios de cigarros electrónicos obedeció a la vaporización de líquidos ilícitos de THC provenientes del mercado negro.

Es decir, no respondió a la actividad propia del vapeo, sino al uso de sustancias prohibidas, lo cual podría ocurrir en México ante la negativa del gobierno por regular los vaporizadores, con todo y que se ha demostrado científicamente que son una auténtica opción para dejar el consumo de cigarros tradicionales.

Sobre este punto, la organización internacional destacó que el principal organismo de salud del Reino Unido, Public Health England, ha afirmado repetidas veces que el vapeo y el consumo de los cigarrillos electrónicos son un 95% menos perjudiciales que fumar, por lo cual los vaporizadores son parte de una política pública para combatir el tabaquismo en esa región.

La organización exhortó al gobierno mexicano a “impulsar la legalidad, escuchar las diferentes posturas y promover mercados regulados, con el objetivo de que los consumidores tengan acceso a productos de calidad y que no atenten en contra de su integridad”.

Además insistió en que el decreto presidencial mencionado causará exactamente lo que está tratando de prevenir: Más enfermedades pulmonares y constituirse en un programa de estímulo para los cárteles y el crimen organizado.

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El gobierno mexicano estimula a los cárteles y al crimen organizado al frenar regulación de mercados

Ciudad de México.- A través de disposiciones que obstaculizan la regulación de mercados, el gobierno de México fomenta la ilegalidad y estimula al crimen organizado, alertó el Centro para la Elección de los Consumidores (Consumer Choise Center).

Mediante un comunicado la organización, fundada en febrero de 2017 y cuyo objetivo es proteger los intereses de los consumidores en más de 100 países, lamentó que el gobierno del presidente Andrés Manuel López Obrador aplique medidas que atentan contra la libertad de elección de los consumidores e incluso contra la salud pública de México.
En ese sentido, la CCC, con oficiales centrales en Estados Unidos, Canadá y la Unión Europa, dijo que, por ejemplo, el decreto presidencial que se emitió el pasado 19 de febrero para prohibir la importación y exportación de vaporizadores va en contra de la necesidad de regular el mercado de dichos productos y, por el contrario, fomenta la distribución y venta de artículos ilegales, a través de cárteles y el crimen organizado.

La organización, promotora de mercados reguladores en sector como alimentos, transportación y salud, alertó que las consecuencias de la disposición presidencial no terminan en el fomento de un mercado ilícito de sustancias y dispositivos de dudosa calidad, sino en el impacto que tendrán en los consumidores mexicanos, quienes, ante la imposibilidad de comprar artículos legales y regulados, podrían caer en las garras de contrabandistas y adquirir productos que podrían provocarles enfermedades pulmonares e incluso la muerte, tal como sucedió en Estados Unidos en la segunda mitad del año pasado.

Al respecto, la CCC recordó que la propia autoridad sanitaria de Estados Unidos afirmó categóricamente que la intoxicación y muertes de varios usuarios de cigarros electrónicos obedeció a la vaporización de líquidos ilícitos de THC provenientes del mercado negro, es decir, no respondió a la actividad propia del vapeo, sino al uso de sustancias prohibidas, lo cual podría ocurrir en México ante la negativa del gobierno por regular los vaporizadores, con todo y que se ha demostrado científicamente que son una auténtica opción para dejar el consumo de cigarros tradicionales.
Sobre este punto, la organización internacional destacó que el principal organismo de salud del Reino Unido, Public Health England, ha afirmado repetidas veces que el vapeo y el consumo de los cigarrillos electrónicos son un 95% menos perjudiciales que fumar, por lo cual los vaporizadores son parte de una política pública para combatir el tabaquismo en esa región.
De igual manera, la CCC afirmó que a la misma conclusión ha llegado el Ministro de Salud de Nueva Zelanda y el organismo Health Canada, quienes han lanzado iniciativas públicas animando a los fumadores a pasarse al vapeo.

Sin embargo, la organización lamentó que, soslayando dichos argumentos, el gobierno mexicano determinó prohibir la importación y exportación de cigarros electrónicos, lo que implicará una serie de secuelas tanto sociales como económicas:

Contradictorio a la necesidad de fomentar mercados regulados y legales.
Restricción de elección para los consumidores mexicanos.
Riesgo de volver a fumar para quienes están en proceso de dejar el cigarro al utilizar vaporizadores.
Estímulo para los cárteles y el crimen organizado.

Debilita la salud pública de México.

Ante ello, la organización exhortó al gobierno mexicano en impulsar la legalidad, escuchar las diferentes posturas y promover mercados regulados, con el objetivo de que los consumidores tengan acceso a productos de calidad y que no atenten en contra de su integridad, pues afirmó que el decreto presidencial mencionado causará exactamente lo que está tratando de prevenir: Más enfermedades pulmonares y constituirse en un programa de estímulo para los cárteles y el crimen organizado.

El Consumer Choice Center (CCC), organización que defiende los intereses de los consumidores en más de 100 países, apoya la libertad de estilo de vida, la innovación, la privacidad, la ciencia y la elección del consumidor. Monitorea de cerca las tendencias regulatorias en ciudades como Ottawa, Washington, Bruselas, Ginebra y otros puntos críticos de regulación e informa y activa a los consumidores para luchar por #ConsumerChoice.

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