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Por que o ESG é como Inventando Anna da Netflix

A série da Netflix Inventando Anna cativou o público, dada a história desconcertante de uma jovem posando como uma herdeira alemã com grandes aspirações de abrir um clube de artes em seu nome. A série de sucesso abrange o golpe que foi Anna Sorokin, também conhecida como Anna Delvey, que alcançou o status de socialite e ganhou notoriedade depois que um artigo revelador de 2018 atraiu a atenção da famosa produtora Shonda Rimes.

Conforme retratado na série, Anna buscou investidores para seu empreendimento criativo, posicionando-se como um ativo sólido, embora indescritível. E embora a evidência de sua riqueza fosse incerta, seus apoiadores optaram por ignorar as bandeiras vermelhas, dada sua disposição convincente, e fato de que ninguém ainda havia denunciado seu blefe (muito parecido com uma versão moderna das Novas Roupas do Rei).

Com isso em mente, é interessante notar como a história de Anna é paralela ao ESG, que também foi preparada para atrair gestores de ativos afluentes para coisas que vão além do dinheiro sólido e os colocando em um reino de interesse e obscuridade.

E, como aconteceu com Anna, só o tempo dirá se as alegações feitas fornecerão retornos substanciais. Então, enquanto isso, vamos explorar as áreas em comum e os sinais de alerta que estão sendo deixados de lado.

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