fbpx

Mes: amñ2020 f17122020-06-30T10:17:12+00:00ammartes

Entidade de defesa do consumidor critica aéreas por demora nos reembolsos

De acordo com dados da Iata, as empresas aéreas no mundo têm US$ 35 bilhões em reembolsos de passagens aéreas

O Consumer Choice Center (CCC), organização internacional de defesa do consumidor com atuação em mais de cem países, divulgou uma carta aberta aos presidentes das empresas aéreas, criticando práticas de reembolso adotadas por companhias aéreas durante a pandemia de covid-19.

A carta também foi endereçada à Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) e à Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO). De acordo com dados da Iata, as empresas aéreas no mundo têm US$ 35 bilhões em reembolsos de passagens aéreas, de voos cancelados durante a pandemia de covid-19.

No documento, assinado por Fred Roeder, diretor geral do CCC, a entidade afirma que “muitos agentes do setor não se importam com contratos, leis e promessas feitas a seus clientes”.

De acordo com a entidade, consumidores têm gastado horas com o atendimento de companhias aéreas para tentar recuperar o dinheiro gasto em voos cancelados. Mas, frequentemente, as empresas tentam forçar os clientes a aceitar cupons para viagens futuras.

“Dar a um consumidor a opção de um cupom é bom. Mas negar o reembolso, como muitos de vocês ainda fazem, não é apenas contra a lei, mas também irrita os consumidores. Como sabemos se teremos condição de decolar no próximo ano para fazer a longa viagem que planejamos para este ano? Como sabemos se sua companhia aérea ainda estará no mercado?”, questiona o CCC na carta.

A entidade ainda acrescenta que “centenas de milhões de contribuintes em todo o mundo já estão ajudando vocês através de pacotes de socorro de governos”. “Queremos ajudá-los a permanecer no negócio, mas vocês também precisam respeitar as regras existentes e reembolsar os clientes”, conclui o CCC na carta.

Fabio Fernandes, gerente global de comunicação e relação com a mídia do CCC, disse que diversas empresas aéreas não estão cumprindo suas políticas de reembolso e desrespeitam as leis. Ele cita as aéreas RyanAir, AirEuropa, Air Canada, EasyJet e Alitalia. De acordo com Fernandes, a pior companhia é a RyanAir, que ainda não reembolsou 8 de cada 10 passageiros britânicos com viagens canceladas.

“Na Europa, a legislação estabelece o reembolso integral em caso de voos cancelados, e não apenas um voucher para ser usado na próxima viagem. Existe pressão em Bruxelas dos países membros da União Europeia para uma interpretação diferente dessa regra, porém os esclarecimentos da Comissão Europeia de 18 de março reafirmam o reembolso da tarifa do bilhete para voos cancelados, mesmo no caso do covid-19”, afirmou Fernandes.

Fernandes disse que espera que a Iata, como representante das empresas aéreas, sugira aos seus membros que façam o reembolso imediato dos voos cancelados.

Procurada, a Iata informou em nota que a política de reembolso “é uma decisão comercial de cada companhia aérea”. E acrescentou que a Iata “não tem condições de aconselhar sobre as exigências legais de cada país”.

Conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor


El Consumer Choice Center es el grupo de defensa del consumidor que apoya la libertad de estilo de vida, la innovación, la privacidad, la ciencia y la elección del consumidor. Las principales áreas políticas en las que nos centramos son digital, movilidad, estilo de vida y bienes de consumo, y salud y ciencia.

El CCC representa a los consumidores en más de 100 países de todo el mundo. Supervisamos de cerca las tendencias regulatorias en Ottawa, Washington, Bruselas, Ginebra y otros puntos críticos de regulación e informamos y activamos a los consumidores para que luchen por #ConsumerChoice. Obtenga más información en ConsumerChoicecenter.org

Entidade de defesa do consumidor critica aéreas por demora nos reembolsos

De acordo com dados da Iata, as empresas aéreas no mundo têm US$ 35 bilhões em reembolsos de passagens aéreas

O Consumer Choice Center (CCC), organização internacional de defesa do consumidor com atuação em mais de cem países, divulgou uma carta aberta aos presidentes das empresas aéreas, criticando práticas de reembolso adotadas por companhias aéreas durante a pandemia de covid-19.

A carta também foi endereçada à Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) e à Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO). De acordo com dados da Iata, as empresas aéreas no mundo têm US$ 35 bilhões em reembolsos de passagens aéreas, de voos cancelados durante a pandemia de covid-19.

No documento, assinado por Fred Roeder, diretor geral do CCC, a entidade afirma que “muitos agentes do setor não se importam com contratos, leis e promessas feitas a seus clientes”.

De acordo com a entidade, consumidores têm gastado horas com o atendimento de companhias aéreas para tentar recuperar o dinheiro gasto em voos cancelados. Mas, frequentemente, as empresas tentam forçar os clientes a aceitar cupons para viagens futuras.

“Dar a um consumidor a opção de um cupom é bom. Mas negar o reembolso, como muitos de vocês ainda fazem, não é apenas contra a lei, mas também irrita os consumidores. Como sabemos se teremos condição de decolar no próximo ano para fazer a longa viagem que planejamos para este ano? Como sabemos se sua companhia aérea ainda estará no mercado?”, questiona o CCC na carta.

A entidade ainda acrescenta que “centenas de milhões de contribuintes em todo o mundo já estão ajudando vocês através de pacotes de socorro de governos”. “Queremos ajudá-los a permanecer no negócio, mas vocês também precisam respeitar as regras existentes e reembolsar os clientes”, conclui o CCC na carta.

Fabio Fernandes, gerente global de comunicação e relação com a mídia do CCC, disse que diversas empresas aéreas não estão cumprindo suas políticas de reembolso e desrespeitam as leis. Ele cita as aéreas RyanAir, AirEuropa, Air Canada, EasyJet e Alitalia. De acordo com Fernandes, a pior companhia é a RyanAir, que ainda não reembolsou 8 de cada 10 passageiros britânicos com viagens canceladas.

“Na Europa, a legislação estabelece o reembolso integral em caso de voos cancelados, e não apenas um voucher para ser usado na próxima viagem. Existe pressão em Bruxelas dos países membros da União Europeia para uma interpretação diferente dessa regra, porém os esclarecimentos da Comissão Europeia de 18 de março reafirmam o reembolso da tarifa do bilhete para voos cancelados, mesmo no caso do covid-19”, afirmou Fernandes.

Fernandes disse que espera que a Iata, como representante das empresas aéreas, sugira aos seus membros que façam o reembolso imediato dos voos cancelados.

Procurada, a Iata informou em nota que a política de reembolso “é uma decisão comercial de cada companhia aérea”. E acrescentou que a Iata “não tem condições de aconselhar sobre as exigências legais de cada país”.

Conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor


El Consumer Choice Center es el grupo de defensa del consumidor que apoya la libertad de estilo de vida, la innovación, la privacidad, la ciencia y la elección del consumidor. Las principales áreas políticas en las que nos centramos son digital, movilidad, estilo de vida y bienes de consumo, y salud y ciencia.

El CCC representa a los consumidores en más de 100 países de todo el mundo. Supervisamos de cerca las tendencias regulatorias en Ottawa, Washington, Bruselas, Ginebra y otros puntos críticos de regulación e informamos y activamos a los consumidores para que luchen por #ConsumerChoice. Obtenga más información en ConsumerChoicecenter.org

Carta abierta a los directores ejecutivos de las aerolíneas

A los CEOs de Aerolíneas

CC: OACI, IATA

Carta abierta a los directores ejecutivos de las aerolíneas: Nosotros, los consumidores, queremos ayudarlo, pero debe cumplir con la ley y permitir reembolsos fáciles.

Estimados directores ejecutivos de aerolíneas del mundo,

Nosotros, como grupo internacional de consumidores y consumidores que aman la conectividad global, sabemos muy bien el impacto devastador que Covid-19 ha tenido en la industria de las aerolíneas. 2020 ha sido un año difícil para todos nosotros, y nuestros pensamientos están con los empleados de las aerolíneas que han sido suspendidos, despedidos o que aún pueden perder su trabajo como resultado de la pandemia.

Para nosotros, los consumidores, es extremadamente importante tener una industria aérea saludable que nos permita reconectarnos con el mundo y llevarnos de regreso a los cielos para que podamos visitar a amigos y familiares en todo el mundo.

Los años previos al COVID-19 vieron muchas regulaciones e impuestos nuevos que dificultaron la operación de las aerolíneas. Incluso en tiempos previos a la pandemia, un número récord de aerolíneas falló. Si bien la consolidación de la industria es algo natural y, a veces, incluso bueno para los consumidores, las tendencias como los impuestos más altos y los sentimientos contrarios a los vuelos, como la vergüenza de volar, pueden atribuirse a la situación financiera más débil de la industria. Y luego vino el COVID...

Llevamos años luchando contra los impuestos más altos sobre los boletos de avión y elogiamos a la industria de las aerolíneas como un gran facilitador de la elección del consumidor y la globalización. Pero si bien 2020 nos presenta a todos desafíos, desde la salud mental hasta la seguridad laboral, también tuvimos que aprender por las malas que a muchos jugadores de su industria no les importan los contratos, la ley y las promesas hechas a sus clientes.

Todos hemos pasado demasiadas horas con sus centros de llamadas esta primavera tratando de recuperar el dinero que gastamos en vuelos cancelados. La mayoría de las veces, las aerolíneas han tratado de obligar a los consumidores a aceptar cupones para futuros viajes.

Dar a un consumidor la opción de un cupón está bien. Incentivarnos a tomarlo en lugar del reembolso en efectivo agregando un valor adicional de 10-20% al cupón es aún mejor. Queremos mantenerlo a flote y tales ofertas son una forma de obtener nuestra participación. PERO negarnos los reembolsos, como muchos de ustedes todavía lo hacen, no solo va en contra de la ley, sino que también enoja a los consumidores. ¿Cómo sabemos si podemos despegar el próximo año para hacer ese largo viaje que planeamos para este año? ¿Cómo sabemos que su aerolínea seguirá operando? ¿Puedo asegurar ese cupón de la misma manera que aseguré mi boleto original contra su bancarrota?

Queremos estar en el aire con usted lo antes posible, pero haga su parte y comprométase con el estado de derecho y no nos obligue a llevarlo a los tribunales. Cientos de millones de contribuyentes en todo el mundo ya lo están ayudando a través de los rescates gubernamentales. Hacemos nuestra parte para abogar por menos gravámenes e impuestos pagados en las tarifas aéreas y en contra de prohibiciones tontas de vuelos nacionales, como la prohibición que se está discutiendo en Francia en este momento. Esto hará que el sector sea más competitivo y nos permitirá a los consumidores volar más contigo.

Queremos ayudarlo a mantenerse en el negocio, pero también debe cumplir con las reglas existentes y reembolsar a los clientes. Generar confianza no es una calle de un solo sentido y necesitamos ver acciones enérgicas de todos ustedes. Dejemos atrás las frustraciones que tuvimos con sus equipos de servicio al cliente, devuélvanos nuestro dinero (o al menos la opción de recibir un reembolso) y conquistemos los cielos juntos una vez más.


Sinceramente,

Fred Roeder
Director general
Centro de elección del consumidor


Publicado originalmente aquí.

Carta abierta a los CEOs de las aerolíneas

Carta abierta a los CEO de aerolíneas: Nosotros, los consumidores, queremos ayudarlo, pero usted debe cumplir con la ley y permitir reembolsos fáciles.

-Carta abierta a los CEO de las aerolíneas-

Estimados CEOs del mundo de Airlines,

Nosotros, como grupo de consumidores internacionales, y consumidores que amamos la conectividad global, conocemos muy bien el devastador impacto que Covid-19 ha tenido en la industria de las aerolíneas. 2020 ha sido un año difícil para todos nosotros, y nuestros pensamientos están con los empleados de la aerolínea que han sido despedidos, despedidos o que aún pueden perder su trabajo como resultado de la pandemia.

Para nosotros, los consumidores, es extremadamente importante tener una industria aérea saludable que nos permita volver a conectarnos con el mundo y llevarnos de vuelta al cielo para que podamos visitar a amigos y familiares en todo el mundo.

Los años previos a COVID-19 vieron muchas nuevas regulaciones e impuestos que dificultaron la operación de las aerolíneas. Incluso en tiempos previos a la pandemia, fracasaron números récord de aerolíneas. Si bien la consolidación de la industria es algo natural y, a veces, incluso buena para los consumidores, las tendencias como los impuestos más altos y los sentimientos antiaéreos, como la vergüenza de vuelo, se pueden atribuir a la posición financiera más débil de la industria. Y luego vino COVID …

Hemos estado luchando contra impuestos más altos en los boletos de avión durante años y elogiamos a la industria de las aerolíneas como un gran facilitador para la elección del consumidor y la globalización. Pero mientras que 2020 nos presenta a todos desafíos desde la salud mental hasta la seguridad laboral, también tuvimos que aprender de la manera difícil que muchos jugadores en su industria no se preocupan por los contratos, la ley y las promesas hechas a sus clientes.

Todos hemos pasado demasiadas horas con sus centros de llamadas esta primavera tratando de recuperar el dinero que gastamos en vuelos cancelados. La mayoría de las veces, las aerolíneas han tratado de obligar a los consumidores a aceptar cupones para futuros viajes.

Darle a un consumidor una opción para un cupón está bien. Incentivarnos a tomarlo en lugar del reembolso en efectivo agregando un valor adicional del 10-20% al cupón es aún mejor. Queremos mantenerlo a flote y tales ofertas son una forma de obtener nuestra aceptación. PERO negarnos los reembolsos, como muchos de ustedes todavía lo hacen, no solo es ilegal, sino que también enoja a los consumidores. ¿Cómo sabemos si incluso podemos despegar el próximo año para emprender ese largo viaje que planeamos para este año? ¿Cómo sabemos que su aerolínea seguirá operando? ¿Puedo asegurar ese comprobante de la misma manera que tenía mi boleto original asegurado contra su quiebra?

Queremos estar en el aire con usted lo antes posible, pero haga su parte y comprométase con el estado de derecho y no nos obligue a llevarlo a los tribunales. Cientos de millones de contribuyentes en todo el mundo ya lo están ayudando a través de rescates gubernamentales. Hacemos nuestra parte para abogar por menos impuestos e impuestos pagados en las tarifas aéreas y en contra de las prohibiciones tontas de vuelos nacionales, como la prohibición que se está discutiendo en Francia en este momento. Esto hará que el sector sea más competitivo y nos permitirá a nosotros, los consumidores, volar más con usted.

Queremos ayudarlo a mantenerse en el negocio, pero también debe cumplir con las normas existentes y reembolsar a los clientes. Crear confianza no es una calle de sentido único y necesitamos ver acciones firmes de todos ustedes. Dejemos atrás las frustraciones que teníamos con sus equipos de servicio al cliente, devuélvanos nuestro dinero (o al menos la opción de obtener un reembolso) y conquiste los cielos una vez más.

Sinceramente,

Fred Roeder
Director general
Centro de elección del consumidor


Published here.

Prohibir las donaciones de sangre pagadas solo nos obliga a pagar las donaciones extranjeras

David Clement escribe sobre por qué la Ley de derogación de donaciones voluntarias de sangre permitirá que Alberta deje de pagar las donaciones pagadas de los Estados Unidos.

El Partido Conservador Unido de Alberta propone una nueva forma de ayudar a suministrar a los hospitales las terapias de plasma sanguíneo que tanto necesitan, y significaría permitir que los habitantes de Alberta reciban dinero en efectivo por sus donaciones.

MLA Tany Yao presentará un proyecto de ley que derogaría la Ley de Donaciones Voluntarias de Sangre del gobierno anterior. Esto permitiría que los donantes de plasma sanguíneo en Alberta sean compensados por sus donaciones, que el NDP declaró ilegales anteriormente. Si bien esto puede parecer una política oscura para la mayoría, es increíblemente importante que Alberta continúe por este camino y legalice la compensación para los donantes de plasma.

El plasma sanguíneo es un recurso valioso que se utiliza para crear medicamentos que tratan quemaduras, ayudan a las personas con deficiencias inmunitarias, trastornos de la coagulación y enfermedades respiratorias. Desafortunadamente, Canadá no recolecta suficiente plasma para satisfacer nuestra necesidad nacional de terapias de plasma. Es por eso que durante años hemos importado estos medicamentos de los Estados Unidos. Más del 80 por ciento de estas terapias provienen del sur de la frontera, donde los donantes de plasma reciben una compensación por sus donaciones.

Ese solo hecho hace que la Ley de Donaciones Voluntarias de Sangre del NDP sea una farsa, y una que merece ser derogada.

Los críticos del plasma pagado argumentan que compensar a los donantes aumenta los riesgos y es menos seguro que las donaciones voluntarias. Sabemos que esto no es cierto, y no puede ser cierto, porque Canadá depende de donantes de plasma pagados para sus medicamentos; resulta que son estadounidenses en lugar de canadienses. Si compensar a los donantes fuera realmente inseguro y riesgoso, no nos sentiríamos tan cómodos importando estos medicamentos de nuestros amigos estadounidenses. Tampoco hay datos que respalden la afirmación de que el plasma pagado es riesgoso. No ha habido un solo caso de transmisión viral o bacteriana a partir de productos de plasma desde que se implementaron prácticas de procesamiento modernas hace más de 25 años. Esa es exactamente la razón por la cual el CEO de Canadian Blood Services, Graham Sher, dijo lo siguiente sobre la existencia de un sector de plasma pagado.

"Ciertamente, debo dejar muy claro que no creemos que la existencia de un sector de plasma pagado sea una amenaza para la seguridad del producto o de los pacientes y no creo que haya datos o evidencia que lo respalden".

Los críticos también postulan que compensar a los donantes por su tiempo es explotación, y que los "intermediarios de sangre" rezarán por los ciudadanos vulnerables. Esto tampoco pasa la prueba del olfato, porque si fuera cierto, los críticos como el NDP, Bloodwatch y sus socios sindicales del sector público estarían presionando para prohibir la importación de terapias de plasma fabricadas en Estados Unidos. No están haciendo eso, y no lo han hecho, porque saben que tal medida sería devastadora para los pacientes que dependen de estas terapias. Compensar a los donantes por su tiempo simplemente reconoce la realidad de que el altruismo puro no siempre es suficiente. No hay nada de explotador en el hecho de que adultos sanos, informados y examinados médicamente sean compensados por sus donaciones de plasma para ayudar en el proceso de elaboración de las terapias de plasma que tanto necesitan los pacientes.

Si la UCP logra legalizar la recolección de plasma pagada en Alberta, se puede esperar que la recolección de plasma aumente en la provincia, como lo ha hecho en otras jurisdicciones. Chequia, por ejemplo (anteriormente conocida como la República Checa) legalizó la compensación y vio aumentar las donaciones en un 700 por ciento. Debido a esa decisión, Chequia ahora es completamente autosuficiente en lo que respecta a la recolección de plasma sanguíneo y no necesita importaciones en absoluto. De hecho, los únicos países que son autosuficientes para la recolección de plasma son EE. UU., Alemania, Austria y Chequia, y todos permiten compensar a los donantes. Las organizaciones de plasma antipago como Bloodwatch han estado pidiendo durante mucho tiempo a Canadá que se vuelva autosuficiente en lo que respecta a la recolección de plasma, pero rechazan la solución obvia. Es un hecho triste que hayan luchado activa y exitosamente contra la única herramienta comprobada para aumentar la oferta interna.

La necesidad de plasma pagado se vuelve aún más necesaria en estos tiempos inciertos. Solo este abril, el presidente Donald Trump empoderado FEMA para evitar el envío de productos médicos esenciales a Canadá como respuesta a Covid-19. ¿Qué pasaría si Trump prohibiera la exportación de terapias de plasma a Canadá? Han sucedido cosas más extrañas. ¿Podrá cubrir la diferencia nuestro sistema público enteramente voluntario, que representa menos del 20 por ciento del suministro que necesitamos? Nuestro país se vería afectado por una grave escasez de servicios médicos y el sistema público no podría cubrir la brecha. Decir que esto sería devastador para los pacientes sería quedarse corto.

Afortunadamente, hay una manera de ayudar a evitar ese escenario de pesadilla. Alberta debería seguir adelante con su plan para legalizar el plasma pagado, y otras provincias deberían seguir su ejemplo. Hacerlo pondría a los pacientes por encima de la política, y eso es algo que ciertamente vale la pena celebrar.

Publicado originalmente aquí.


El Consumer Choice Center es el grupo de defensa del consumidor que apoya la libertad de estilo de vida, la innovación, la privacidad, la ciencia y la elección del consumidor. Las principales áreas políticas en las que nos centramos son digital, movilidad, estilo de vida y bienes de consumo, y salud y ciencia.

El CCC representa a los consumidores en más de 100 países de todo el mundo. Supervisamos de cerca las tendencias regulatorias en Ottawa, Washington, Bruselas, Ginebra y otros puntos críticos de regulación e informamos y activamos a los consumidores para que luchen por #ConsumerChoice. Obtenga más información en ConsumerChoicecenter.org

Tallinn, Estonia lidera el índice de economía colaborativa a nivel mundial

Tallin lidera el camino como una de las ciudades más favorables a la economía colaborativa. Su bajo nivel de regulación de los servicios de transporte compartido y de piso compartido junto con la apertura a los scooters eléctricos y la innovación sobresaliente en el espacio digital ayudaron a llevarlo al primer lugar. Estonia es conocida por su floreciente estado digital, Centro de elección del consumidor informes.

La economía compartida ha transformado nuestras vidas en una variedad de formas. Reservar alojamiento de vacaciones a través de plataformas de pisos compartidos y agarrar nuestro teléfono para pedir un viaje compartido cuando llegamos tarde a una reunión es un hábito que muchos de nosotros compartimos. La naturaleza innovadora de la economía colaborativa ha llevado a su éxito innegable. Pero ahora, esos beneficios para los consumidores a menudo se ven socavados por una regulación e impuestos excesivos. La actual pandemia de COVID-19 ha demostrado cuánto ayudó la economía colaborativa a los consumidores a acceder a bienes y servicios esenciales, y al mismo tiempo reveló las restricciones y regulaciones muy reales que los socavan.

El índice de economía compartida del Consumer Choice Center busca clasificar algunas de las ciudades más dinámicas del mundo y proporcionar una guía valiosa para los consumidores sobre los servicios de economía compartida disponibles para ellos.

Publicado originalmente aquí.


El Consumer Choice Center es el grupo de defensa del consumidor que apoya la libertad de estilo de vida, la innovación, la privacidad, la ciencia y la elección del consumidor. Las principales áreas políticas en las que nos centramos son digital, movilidad, estilo de vida y bienes de consumo, y salud y ciencia.

El CCC representa a los consumidores en más de 100 países de todo el mundo. Supervisamos de cerca las tendencias regulatorias en Ottawa, Washington, Bruselas, Ginebra y otros puntos críticos de regulación e informamos y activamos a los consumidores para que luchen por #ConsumerChoice. Obtenga más información en ConsumerChoicecenter.org

Lawmakers Approve Vaping Tax, Raises Age For Tobacco Products To 21

The Senate Finance Committee on Friday passed a measure to raise the tobacco tax in Georgia from 37 cents per pack to $1.35.

Lawmakers on the last day of the legislative session passed a bill taxing vaping products for the first time and raising the age to purchase tobacco products to 21.

The move, when signed by Gov. Brian Kemp, means an estimated $9.6 million and $14.5 million in extra revenue for the state. However, that is far less than the $600 million that was left on the table by not increasing the sales tax on cigarettes, according to the Georgia Budget and Policy Institute, or GBPI.

Georgia ranks 48th out of 50 for the lowest cigarette tax in the nation.

“If we just assessed that fee of $1.80 on vaping and cigarettes that would raise $600 million a year and just make us average in the nation,” GBPI analyst Danny Kanso said.

That’s because a bill to raise the tobacco tax in Georgia from 37 cents per pack to $1.35 stalled even after passing the Senate Finance Committee last Friday.

Sen. Chuck Hufstetler, who chairs the finance committee, talked about the cuts with GPB’s Bill Nigut on Political Rewind on Thursday morning.

“It’s not just money, it’s health care, too,” he said. “And I just don’t understand why our state doesn’t move forward in that.”

Opponents to the vaping tax said communities of color and lower-income Georgians will be most affected.

Yaël Ossowski, deputy director of the Consumer Choice Center, said such a significant vaping tax will come at the expense of poor consumers, and may push smokers across the state back to combustible products.

But the Centers for Disease Control and Prevention and public health organizations around the nation have been investigating illnesses related to vaping since last year. At least six Georgians have died from severe lung disease due to vaping, according to the Department of Public Health.

Dr. Saranya Selvaraj said she will never forget how school-aged children watched as their mother’s lung cancer metastasized to her brain before she died. The woman was only in her 50s.

“You go through chemo. You’re in the hospital. You’re on oxygen. You’re in hospice, and it’s a really long, drawn out process that involves a lot of pain,” Selvaraj said. “And then, eventually, you’re just separated from your family by death.”

She said thousands of similar deaths are completely preventable.

The doctor, who treats patients across the metro Atlanta area, said roughly 80 to 90% of chronic obstructive pulmonary disease cases are directly related to tobacco products. If people stopped smoking, they would see health benefits and long-term savings, Selvaraj said.

“In the long run, if we’re able to use the money on the tobacco tax to help fund tobacco-cessation programs (and)  tobacco-use prevention programs, we are going to help keep people in these communities have longer, healthier lives and save money,” she said.

Publicado originalmente aquí.


El Consumer Choice Center es el grupo de defensa del consumidor que apoya la libertad de estilo de vida, la innovación, la privacidad, la ciencia y la elección del consumidor. Las principales áreas políticas en las que nos centramos son digital, movilidad, estilo de vida y bienes de consumo, y salud y ciencia.

El CCC representa a los consumidores en más de 100 países de todo el mundo. Supervisamos de cerca las tendencias regulatorias en Ottawa, Washington, Bruselas, Ginebra y otros puntos críticos de regulación e informamos y activamos a los consumidores para que luchen por #ConsumerChoice. Obtenga más información en ConsumerChoicecenter.org

Helyettesíthető-e minden helyi termékkel?

A civil szervezet szerint az Európai Parlament Kereskedelmi és Fejlesztési Bizottságának véleménye tudománytalan mezőgazdasági elméleteket vezet be.

A Consumer Choice Center (CCC, Fogyasztói Választás Központja) fogyasztóvédő szervezet közleménye bemutatja, hogy az Európai Parlament Nemzetközi Kereskedelmi és Fejlesztési Bizottságának nemrégiben közzétett véleményébe a parlamenti képviselők beillesztették a következő 21. bekezdést (teljes másolatban):”Hangsúlyozza azt a tényt, hogy a COVID-19 által kiváltott zavarok előtérbe helyezték a globális élelmiszerrendszer sebezhetőségét; rámutat továbbá, hogy a mezőgazdasági piacok liberalizálása tovább erősíti az exportorientált mezőgazdaság ipari modelljét, amely jelentősen hozzájárul az éghajlatváltozáshoz, elősegíti az élőhelyek elvesztését és megteremti a vírusok kialakulásának és terjedésének feltételeit; úgy véli, hogy a rövid ellátási láncok és más helyi kezdeményezések ezzel szemben nagy lehetőségeket rejtenek az élelmiszer-rendszer jelenlegi hiányosságainak kezelésére azáltal, hogy javítják a friss élelmiszerekhez való hozzáférést , biztosítja, hogy a gazdálkodók nagyobb értéket szerezzenek, és csökkenti a nemzetközi piacok zavarait és sérülékenységét; ezért sürgeti a Bizottságot, hogy dolgozzon ki stratégiát a kereskedelemorientált agrárpolitikától a helyi és regionális piacok felé való fokozatos eltolódás érdekében; “

„A legmegdöbbentőbb irónia az, hogy a Nemzetközi Kereskedelmi Bizottság azt mondja nekünk, hogy csökkentenünk kell a nemzetközi kereskedelmet és helyi termékeket kell vásárolnunk. Egyrészt az Európai Unió az Egyesült Államok után protekcionizmust követ, másrészt azt mondják nekünk, hogy ha az egységes piacról vásárolunk zöldséget, az sérülékennyé tesz a világjárványokra. Milyen Felelőtlen dolog ezt írni!” – monja Wirtz.

„Egyáltalán nincs bizonyíték arra, hogy a COVID-19 valamilyen módon kapcsolódik a „mezőgazdasági piacok liberalizációjához”. Valójában az az ország, amelyből az új koronavírus származott, nevezetesen Kína, kollektivista gazdálkodást folytat, és nincs jelentős élelmiszerkereskedelme. Kicsinyes összeesküvés-elméletekkel foglalkozni nem méltó az Európai Parlamenthez. Ezt mondják, aztán szerencsére észreveszem, hogy az EPP és az ID képviselői, mint például Gianna Gancia (Olaszország) és Anna Michelle Asimakopoulou (EPP) a vélemény ellen szavaztak.””A helyi termék vásárlása nem minden esetben oldható meg. Én luxemburgi állampolgár vagyok, és szeretek a helyi gazdáktól vásárolni. De ettől még a banántermesztés Luxemburgban meglehetősen eredménytelen és erőforrás-pazarló lenne.

Annak ellenére, hogy: az európai kereskedelem kétségtelenül az európaiak megértésének, versenyképességének és a mezőgazdasági ágazat fejlesztésének legfontosabb tényezője. Nem szabad azonban protekcionizmushoz fordulnunk, sem a nemzeti felsőbbrendűség nevében, sem az összeesküvés-elméletek mentségében “- zárja be Wirtz.


El Consumer Choice Center es el grupo de defensa del consumidor que apoya la libertad de estilo de vida, la innovación, la privacidad, la ciencia y la elección del consumidor. Las principales áreas políticas en las que nos centramos son digital, movilidad, estilo de vida y bienes de consumo, y salud y ciencia.

El CCC representa a los consumidores en más de 100 países de todo el mundo. Supervisamos de cerca las tendencias regulatorias en Ottawa, Washington, Bruselas, Ginebra y otros puntos críticos de regulación e informamos y activamos a los consumidores para que luchen por #ConsumerChoice. Obtenga más información en ConsumerChoicecenter.org

Rimuovere i bagagli a mano è una scelta insensata

“Ancora una volta l'Italia ha decidido una linea che non è condivisa da nessun altro stato europeo, e che provocherà solo disservizi e problemi ai viaggiatori. Per quanto lo scopo del provvedimento sia nobile, chiediamo un intervento del Governmento e degli organi competeti, affinché sia revocato il più presto possibile e venga invece presa una decisione a livello continentale sul modo migliore per gestire i bagagli a mano, promuovendo una linea comune tra gli stati membri dell'Unione Europea”, concluye Bertoletti. 

fuente http://meltwater.pressify.io/publication/5ef612a4fc36420004da1470/5aa837df2542970e001981f6

Rimuovere i bagagli a mano è una scelta insensata

“Ancora una volta l'Italia ha decidido una linea che non è condivisa da nessun altro stato europeo, e che provocherà solo disservizi e problemi ai viaggiatori. Per quanto lo scopo del provvedimento sia nobile, chiediamo un intervento del Governmento e degli organi competeti, affinché sia revocato il più presto possibile e venga invece presa una decisione a livello continentale sul modo migliore per gestire i bagagli a mano, promuovendo una linea comune tra gli stati membri dell'Unione Europea”, concluye Bertoletti. 

del Centro de Elección del Consumidor https://ift.tt/2BbaMA0

Vuelve al comienzo